Nota de repúdio da ESOCITE.BR à ação da PF na UFMG

 

A Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR) expressa publicamente sua indignação a respeito da ação da Polícia Federal no campus da Universidade Federal de Minas Gerais no último dia 06 de dezembro. Novamente, em nossa história recente, presenciou-se a imposição da prepotência sobre a autonomia universitária.

Diante da gravidade dos fatos, a ESOCITE.BR conclama seus associado/as a se engajarem na luta pela manutenção das bases democráticas que vêm sendo sistematicamente atacadas pelo governo e suas corporações. Defender a autonomia das universidades públicas, do livre pensamento e da liberdade de expressão é reagir contra o vil processo em curso que ofende arbitrariamente as instituições de ensino brasileiras através da perseguição aos seus representantes legítimos, professore/as e pesquisadore/as.

É tempo, mais uma vez, de defender os princípios da legalidade e da justiça social. Tomemos, pois, a responsabilidade de agir imediatamente, não apenas denunciando as formas de totalitarismo recorrentes, mas enfrentando as ações orquestradas a partir de interesses reacionários à democratização do conhecimento e da ciência.

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias

Brasília, 07 de dezembro de 2017.

 

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Nota de Repúdio da Esocite.Br ao Relatório do Banco Mundial

Brasília, 04 de dezembro de 2017

 

A Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR) expressa seu repúdio aos termos expressos no recente Relatório do Banco Mundial intitulado “Um Ajuste Justo – Análise da Eficiência e Equidade do Gasto Público no Brasil”, o qual parte de percepções imprecisas e tendenciosas acerca da realidade dos gastos públicos brasileiros para sugerir de forma nociva e dolosa a privatização dos serviços públicos relacionados ao Ensino Superior no Brasil. Somos veementemente contrários a todo e qualquer movimento que vede o direito ao livre e irrestrito acesso e permanência de todo e qualquer brasileiro/a ao ensino público, gratuito e de qualidade. Entendemos que a produção em ciência e tecnologia no Brasil não pode e nem deve ser coagida por protocolos neoliberais que expressam os piores interesses alinhados à segregação e à elitização ao/do conhecimento acadêmico.

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR) 

 

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Participação ESOCITE.BR no Seminário 2 anos Rompimento da barragem do Fundão

Nos dias 06, 07 e 08 de novembro de 2017, pesquisadores, movimentos sociais, organizações não governamentais e instituições do sistema de justiça federal e estadual promoveram um encontro em Vitória, no Espírito Santo, visando realizar um balanço a respeito dos dois anos desde o rompimento da barragem de rejeitos de minério da Samarco, em Mariana (MG). O evento, organizado em formato de Seminário, contou com mesas-redondas cujos eixos de discussão foram: Histórico e balanço político-institucional dos 2 anos; Balanço das medidas de reparação; Balanço das dinâmicas territoriais; Balanço de atuação de corporações e violações de direitos; além de uma Audiência Pública sobre o tema “Direitos Humanos e Empresas: Qual é a política pública que o Brasil precisa?”. Ao final do evento, foi redigido um documento intitulado “Carta do Rio Doce”, construído a partir das manifestações de atingidos, militantes de movimentos sociais, defensores públicos e procuradores do Ministério Público Federal e do Ministério Público Federal que participaram das atividades. Em todas atividades, as controvérsias científicas (por exemplo, no que diz respeito à toxicidade da lama deixada nas localidades após passagem do rejeito), as disputas entre grupos sociais pela definição das práticas aceitáveis no reordenamento local entre pessoas, tecnologias, rio, lama e paisagem (ou, entre sociedade e natureza) e a produção e coprodução do Estado em resposta e em relação com os acontecimentos posteriores ao rompimento da barragem explicitaram o embaralhamento das definições de ciência, política e tecnologia, bem como seu o caráter conflitivo. Lorena Fleury, membro do conselho do ESOCITE.BR, participou do seminário representando a Associação.

Mais informações sobre o evento e a “Carta do Rio Doce” podem ser acessados em https://contatoseminariode.wixsite.com/balanco2anos

 

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Informe sobre atualização do site e utilização da página da Esocite.Br no Facebook

Carxs colegas e associadxs,
estamos em processo de atualização do nosso site, portanto informamos que provisoriamente utilizaremos a página da Esocite.BR no Facebook para divulgarmos informações e eventos de interesse da comunidade CTS brasileira:

 

https://www.facebook.com/groups/esocitebr/

 

Pedimos a gentileza de divulgarem este canal para que evitemos maiores lapsos de comunicação.

Obrigado!

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Esocite.BR assina carta em defesa dos investimentos em ciência, tecnologia, inovação e na educação pública entregue aos parlamentares brasileiros

SBPC entrega a Carta aos Parlamentares Brasileiros:

http://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-entrega-a-carta-aos-parlamentares-brasileiros/

 

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Esocite.BR assina Nota da comunidade acadêmica em favor da titulação de terras quilombolas e em repúdio ao pedido da ADI 3239

Nós, abaixo assinados, vimos a público manifestar nosso repúdio ao pedido da Ação Direta de

Inconstitucionalidade (ADI) nº 3239, que será julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em

18 de outubro de 2017.

Trata-se de uma ameaça grave não apenas às conquistas da população
quilombola desde a consagração da Constituição Federal de 1988, mas sobretudo à vida dessa
mesma população — seja pela crescente violência à qual tem sido submetida, seja pela
intervenção sobre a sua relação com a terra que chamam “território”: condição fundamental de
sua existência enquanto coletividades distintas. Não podemos observar inertes a paulatina
subordinação de direitos fundamentais e de políticas públicas para minorias étnico-raciais a
interesses econômicos escusos. Seja sob a forma de pressão local sobre os territórios desses
grupos e sobre os corpos de suas lideranças, seja sob a forma de ações legais e proposições
legislativas — ou mesmo pela inviabilização, via esvaziamento orçamentário, da titulação de
terras —, essas intervenções configuram um processo genocida de fundo racista sobre o qual não
podemos calar.
Ao questionar o Decreto nº 4887/2003, que tem como objeto a titulação de terras
quilombolas no Brasil, a ADI 3239 pode inviabilizar a regularização dessas áreas e
consequentemente o reconhecimento do direito territorial das comunidades remanescentes de
quilombos, uma vez que esvazia a normativa referente a esses processos e que questiona os seus
próprios fundamentos — como a autodeclaração das comunidades, um direito fundamental e um
critério jurídico que segue as determinações da Convenção 169 da OIT, da qual o Brasil é
signatário. São inaceitáveis as dimensões de retrocesso anunciadas pelos argumentos da ADI nº
3239, que vai no sentido contrário da própria conquista da Constituição Federal de 1988 em
relação ao reconhecimento dos quilombos como uma forma atual de existência, cuja ocupação
territorial deve ser reconhecida pelo Estado. Frisamos que não apenas a ADI, mas também a
sugestão de que se aplique à titulação de quilombolas a tese do marco temporal podem
inviabilizar, ademais, o processo de reparação histórica do qual a regularização dessas áreas faz
parte, uma vez que são deixados de lado os impactos de quase quatro séculos de escravidão, os
processos históricos de expropriação das terras, e demais violações sofridas pelas comunidades.
Em outras palavras, trata-se de uma intrusão exógena ao texto constitucional, sem
fundamentação jurídica.
Não ficaremos silentes diante da violência crescente à qual a população quilombola está
submetida. Só no estado da Bahia, entre julho e agosto deste ano, foram assassinadas 8 pessoas
— sendo 6 dessas vítimas da chacina no quilombo Iúna, no município de Lençóis. Somados aos
casos de tortura e perseguição relatados pela Coordenação Nacional de Articulação das
Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), esses dados apontam para uma estratégia
inequívoca de extermínio de lideranças, cujo foco reside na sua particularidade étnica e racial.
Esse cenário tende a se intensificar ainda mais caso a ADI seja julgada procedente, considerando
que há uma ligação direta, largamente comentada por especialistas, entre a não titulação de terras
(ou mesmo sua morosidade), de um lado, e o aumento da violência contra as comunidades
quilombolas, de outro.
No mesmo sentido irão as consequências da redução orçamentária que o Instituto
Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem sofrido nos últimos anos. Em 2016 este
órgão – responsável pela regularização de quilombos — registrou um encolhimento orçamentário
de 80%, quando comparado aos valores disponíveis no ano anterior. Hoje, o órgão tem apenas
R$ 4 milhões para encaminhar os processos de regularização pendentes. Em 2010, eram 64
milhões — ou seja, um decréscimo de 94% em sete anos, conforme indica a Comissão Pró-Índio
de São Paulo. Não bastasse a gravidade do cenário, a Casa Civil determinou, em abril de 2017, a
paralisação dos processos de titulação até que fosse concluído o julgamento da ADI nº 3239 pelo
STF.
Destacamos, por fim, que o decreto 4887/03 não se refere apenas à regularização das
terras, mas é base para que os quilombolas acessem outras politicas públicas, no sentido de
garantir uma vida digna e assegurar sua plena cidadania — não esqueçamos a natureza da
violência cuja herança carregam: a recusa de sua humanidade. A regularização dessas áreas é
fundamental não apenas para a existência dos quilombos como para a própria sobrevivência dos
membros dessas comunidades, uma vez que as dimensões sociais, econômicas, culturais e
históricas de suas vidas são diretamente vinculada à sua relação coletiva com a terra. Não
aceitamos qualquer retrocesso em relação ao reconhecimento dos direitos fundiários quilombolas
e do vínculo íntimo entre essas coletividades e seus territórios — ao mesmo tempo fundiários e
existenciais. O apagamento desse vínculo é um elemento central do processo em curso, para
cujos efeitos e desfechos genocidas procuramos chamar a atenção.

Assinam:
Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR)
Bacharelado em Antropologia da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia AfroBrasileira
(Unilab)
Centro de Estudos em Desigualdade e Discriminação – CEDD/UnB
Centro de Estudos Rurais (CERES) IFCH-Unicamp
Centro de Pesquisa em Etnologia Indígena (CPEI) IFCH-Unicamp
Comitê Quilombos da Associação Brasileira de Antropologia
Comitê Povos Tradicionais, Meio Ambiente e Grandes Projetos da Associação Brasileira de
Antropologia
Cosmopolíticas – Núcleo de Antropologia (UFF)
Instituto Autonomia – INAU
Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (IFCH/Unicamp)
Departamento de Antropologia da Universidade Federal Fluminense (GAP/UFF)
Doutoramento em Antropologia da Universidade de Lisboa e o Grupo de Investigação
Identidades, Culturas, Vulnerabilidades do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de
Lisboa
Especialização em Direitos Humanos “Esperança Garcia” (FAR)
Faculdade UnB Planaltina (FUP)
Grupo Asa Branca de Criminologia (UFPE)
Grupo Saúde Coletiva, Ecologia Política, Justiça Ambiental e Promoção Emancipatória da Saúde
(Ensp/Fiocruz)
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente, da Universidade Federal
do Maranhão (GEDMMA/UFMA)
Grupo de Estudos e Pesquisa em Cultura, Processos Sociais, Sertão – Unimontes
Grupo de Estudos e Pesquisa em Políticas Públicas, História, Educação das Relações Raciais e
de Gênero (Geppherg/FE-UnB)
Grupo Enfoques Antropológicos (GEA) – UNESP-Marília
Grupo de Estudos e Pesquisas Sobre Formação e Atuação de Professores/Pedagogos – GEPFAPe
Grupo de Estudos e Pesquisas Marxistas – Centro de Educação (GEPMARX/UFPE)
Grupo de Estudos em Educação Ambiental Desde el Sur (GEASUR/PPGEdu/UNIRIO)
Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (GESTA/UFMG)
Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Relações de poder, Conflito e Socialidades – Hybris (PPGASUFSCAR/
PPGAS-USP)
Grupo de Estudos sobre Álcool e outras Drogas (GEAD/UFPE)
Grupo de Pesquisa Antropologia e Direitos Humanos do CNPq
Grupo de Pesquisa Desafios do Constitucionalismo (FD/UnB)
Grupo lutas sociais, igualdade e diversidade – LIDA/UEMA
Grupo de Pesquisa em Antropologia Jurídica – GPAJU da UFSC
Grupo de Pesquisa em Antropologia Jurídica – GPAJU da UNESC
Grupo de Pesquisa e Extensão Direitos Humanos e Cidadania (DiHuCi/UFPI)
Grupo de Pesquisa Cidade Territorio e Meio Ambiente – Citema/UEMA
Grupo de Pesquisa História Indígena e da Escravidão Amazônica da Universidade Federal do
Amazonas (HINDIA/UFAM)
Grupo de Pesquisa Jornalismo Cultura e Sociedade (UFSC)
Grupo de Pesquisa Modos de Produção e Antagonismos Sociais (FUP/UnB)
Grupo de Pesquisas em Direitos Étnicos da UnB (Moitará/FD/UnB)
Grupo de Pesquisa ‘Ordenamento Territorial e Governança da Terra na Amazônia (PPGD/UFPA)
Grupo de Pesquisa Terra em Cena (FUP/UnB)
Grupo de Pesquisa Povos Indigenas e Povos Tradicionais – Resistencias e Existencias na Terra
(ReExisterra), (NAEA/UFPA)
Grupo de pesquisa Saberes e práticas em Saúde (Fiocruz Pernambuco)
Grupo de Pesquisa Religião e Cultura Popular (PPGCSOC/ UFMA)
Grupo Robeyoncé de Pesquisa-Ação (FD/UFPE)
Instituto de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa (INCTI-UnB)
Instituto Nacional de Educação, Meio Ambiente, Saúde, Trabalho e Tecnologia (INEMAST)
Laboratório de Alteridades (UFCSPA/UFRGS/IFRS/UNISINOS/EHESS-Fr)
Laboratório de Antropologia (UFES)
Laboratório de Antropologia da Ciência e da Técnica (LACT-UnB/CNPq)
Laboratório de Antropologia, Filosofia e Política (Krisis-UNIVASF)
Laboratório de Antropologias da T/terra (T/terra/DAN/UnB)
Laboratório de Estudos e Pesquisas em Movimentos Indígenas, Políticas Indigenistas e
Indigenismo (Laepi/ELA/UnB)
Laboratório de Estudos e Pesquisas sobre Espaço Agrário e Campesinato (UFPE)
Laboratório e Grupo de Estudos em Relações Interétnicas (Lageri/DAN/UnB)
Mestrado em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (MESPT)
Núcleo de Antropologia e Saberes Plurais (UFMT)
Núcleo de Antropologia Simétrica (NanSi/PPGAS/MN/UFRJ)
Núcleo de Assessoria Jurídica Popular Direito nas Ruas (FD/UFPE)
Núcleo de Direitos Humanos Esperança Garcia (DCJ/UFPI)
Núcleo Direito, Discriminação e Diversidade (DDD-FDUSP)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade de Brasília (NEAB/UnB)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal Espírito Santo (NEAB/UFES)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Maranhão (NEAB/UFMA)
Núcleo de Estudos Ameríndios (UFPR)
Laboratório de Estudos Antropológicos (CAA/UFPE)
Núcleo de Estudos Constitucionais da PUC-Rio
Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI/UFAM)
Núcleo de Estudos em Cultura Jurídica e Atlântico Negro (Maré/FD/UnB)
Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Gênero Lélia Gonzalez – NEPEGEN/FAR
Núcleo de Estudos de Povos Indígenas (NEPI)
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Sociobiodiversidade e Agroecologia (Nesbio/ UFMS)
Núcleo de Estudos em Populações Quilombolas e Tradicionais (NuQ/UFMG)
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ciências Sociais (NEPCS-UFES)
Grupo de Estudos Rurais e Urbanos (UFMA)
Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Direitos Humanos (NDH UFG)
Núcleo Interdisciplinar de Investigação Socioambiental (NIISA/Unimontes)
Núcleo Participação e Democracia (NUPAD – UFES)
Núcleo de Pesquisa em Antropologia Social – Artes, Performances e Simbolismos (NAPAS)
Observatório da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, Floresta e Águas
- Teia de saberes e práticas (OBTEIA/NESP/UNB)
Programa Ações Afirmativas – UFMG
Programa de Extensão Morar Indigena – UFMG
Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais – UFMG
Pós-Graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia da Universidade Estadual do
Maranhão (UEMA)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Estadual de Campinas
(PPGAS-Unicamp)
Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Goiás (PPGASUFG)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Mato Grosso
(PPGAS-UFMT)
Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas
(PPGAS/UFAM)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGA-UFPA)
Programa De Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Programa de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal do Oeste do Pará
(PAA/UFOPA)
Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Cidadania do Centro de Estudos Avançados
Multidisciplinar da Universidade de Brasília (PPGD/CEAM/UnB)
Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos e Sociedade (UNESC)
Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina
(POSJOR/UFSC)
Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural (PPG-MADER)
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos da Universidade Federal de
Goiás (PPGIDH UFG)
Promoção da Saúde e Determinantes Sociais da Saúde (UFPE)
Rede de Antropologia da Ciência e da Tecnologia (ReACT)
Rede de Pesquisa Observatório das Nacionalidades (ON-UECE)
Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares
Residência multiprofissional em Saúde da Família, com ênfase na Saúde das populações do
Campo da Universidade de Pernambuco (UPE)
Sociedade Brasileira de Ecologia Humana (SABEH)
Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade – FIOCRUZ/Amazonas

 

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Chamada Pública para candidaturas de instituições para organizar e sediar o VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade (2019)

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR)
VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade

Chamada Pública

A presente chamada pública tem por objeto fomentar candidaturas de instituições para organizar e sediar o VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade, a realizar-se no segundo semestre de 2019. As candidaturas devem preencher os seguintes pré-requisitos:
1- Dos proponentes:
Pelo menos um dos membros (proponentes) da comissão organizadora deverá ser sócio/sócia, com anuidade em dia, da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR).

2- Da comissão organizadora:
A comissão organizadora deverá ser indicada com pelo menos 3 membros.

3- Da proposta:
A proposta deverá ser enviada para o e-mail esocite.brasil@gmail.com e ser composta por: uma carta da administração superior da instituição dos proponentes, comprometendo-se a sediar e apoiar o evento; um ‘pitch’ (vídeo amador sumário de 3 a 5 minutos, feito através de câmera ou celular) apresentando a proposta, a comissão organizadora e a infraestrutura da instituição.

4- Do prazo:
A proposta deverá ser submetida até o dia 31 de janeiro de 2018.

Demais informações, entrar em contato pelo email esocite.brasil@gmail.com

Brasília, 06 de novembro de 2017.

 

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Chamada para as XII JORNADAS LATINOAMERICANAS DE ESTUDIOS SOCIALES DE LA CIENCIA Y LA TECNOLOGÍA, ESOCITE 2018

La Asociación Latinoamericana de Estudios Sociales de la Ciencia y la Tecnología (ESOCITE), a Red Chilena de Ciencia, Tecnología y Sociedad (CTS-Chile), la Universidad de Chile, la Universidad de la Frontera y la Universidad de Valparaíso, convocan a todos los investigadores relacionados con los Estudios Sociales de la Ciencia, Tecnología e Innovación a participar en las XII JORNADAS LATINOAMERICANAS DE ESTUDIOS SOCIALES DE LA CIENCIA Y LA TECNOLOGÍA, ESOCITE 2018: Ciudadanías del conocimiento: nuevas formas y tensiones en el hacer y pensar la ciencia, la tecnología y la sociedad.
La convocatoria al encuentro en Chile propone reflexionar sobre los cambios en las arquitecturas y políticas de ciencia, tecnología e innovación; las nuevas formas de la activación ciudadana y su interpelación a la ciencia, las demandas de construcción de conocimientos fuera de las instituciones tradicionales y una mayor respuesta a los problemas ciudadanos y demandas sociales.
Las Jornadas Latinoamericanas de Estudios Sociales de la Ciencia y la Tecnología (ESOCITE) se celebrarán en, Santiago de Chile, en los días 18, 19 y 20 de Julio de 2018.
CONVOCATORIA A SESIONES TEMÁTICAS
Está abierta la convocatoria para la presentación de propuestas de sesiones temáticas, que serán la base sobre la cual se organizará el Congreso ESOCITE.
La convocatoria estará abierta hasta el día 15 de noviembre. Las sesiones temáticas deben ser propuestas por al menos 2 personas de diferentes
países. Se debe enviar un resumen de la sesión de un máximo de 300 palabras,
indicando los objetivos, el alcance y el tipo de contribuciones esperadas. Cada persona puede proponer sólo una sesión temática.

Para mayor información al mail: esocitesantiago2018@gmail.com y http://www.esocite.la

 

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ASSOCIADAS/OS EM DIA COM O PAGAMENTO DAS ANUIDADES E

FILIADAS/OS ANTES DE 06/04/2017

ESOCITE.BR (02/10/2017)

Nome

Adriano Premebida

Alan Ricardo Witikoski

Alberto Jorge Silva de Lima

Allan Tadeu Pugliese

Amilde Martins da Fonseca

Ana Claudia Lima Monteiro

Ana Lucia Lage Pereira

André Vinicius Leal Sobral

Andrea Carla de Azevêdo

Andrea Mara Ribeiro da Silva Vieira

Arthur Arruda Leal Ferreira

Bethania Medeiros Geremias

Brenda Teresa Porto de Matos

Camila Dellagnese Prates

Carla Giovana Cabral

Carolina Alves dAlmeida

Carolina Bagattoli

Celso Alexandre Souza de Alvear

César Augusto Paro

Cíntia de Souza Batista Tortato

Cláudia Dias Prioste

Cristiane Moreira da Silva

Daniela Alves de Alves

Daniela Tonelli Manica

Daniele Martins dos Santos

Débora Allebrandt

Desire Luciane Dominschek

Dolores Galindo

Edna dos Reis

Edson Jacinski

Eduardo Nazareth Paiva

Eloy Fassi Casagrande Jr.

Fabrício Monteiro Neves

Fernanda Antônia da Fonseca Sobral

Fernando Severo

Flávia de Faria Gomes

Fumikazu Saito

Gabriela Cabral Paletta

Gilmar Antonio Meneghetti

Gilson Leandro Queluz

Guilherme Flynn Paciornik

Guilherme José da Silva e Sá

Gustavo Gindre Monteiro Soares

Henrique Luiz Cukierman

Horacio Correa Lucero

Iara Costa Leite

Irlan von Linsingen

Isabel Cafezeiro

Ivan da Costa Marques

Jalcione Almeida

Jean Carlos Hochsprung Miguel

Jéssica Garcia da Silveira

Jimena Soledad Carrasco Madariaga

Joana Peixoto

João Sérgio dos Santos Assis

Joaquim Fernando Mendes da Silva

Jorge Cardoso Messeder

Jorge Ricardo Coutinho Machado

José Antonio dos Santos Borges

José Fabio Marinho de Araujo

José Marcos Silveira Gonçalves

Josemari Poerschke de Quevedo

Josie Agatha Parrilha da Silva

Júlio César dos Santos

Kando Fukushima

Laura Cristina de Toledo Quadros

Lauro Fabiano de Souza Carvalho

Léa Maria Leme Strini Velho

Leonardo da Rocha Bezerra de Souza

Letícia Maria Costa da Nóbrega Cesarino

Lino Trevisan

Lorena Cândido Fleury

Lua Isis Braga Marques

Lucas de Almeida Pereira

Lucas Martins de Oliveira

Luís Fernando Marques Dorvillé

Luiz Arthur Silva de Faria

Maclovia Corrêa Da Silva

Maíra Baumgarten Corrêa

Marcela de Fátima Nascimento de Macedo Torres

Marcelo Vianna

Márcia Niituma Ogata

Márcia Regina Barros da Silva

Marco Antonio Cornacioni Sávio

Marcos Cesar Danhoni Neves

Marcos Dantas Loureiro

Marcos Fialho de Carvalho

Maria Caramez Carlotto

Maria Carolina de Araujo Antonio

Maria Cristina Marcelino Bento

Maria Helena Roxo Beltran

Maria Lucia de Camargo Linhares

Maria Lúcia Teixeira Machado

Maria Paula Borsoi Raimundo

Maria Renata de Castro Sulino

Maria Sara de Lima Dias

Marilda Lopes Pinheiro Queluz

Marilene Zazula Beatriz

Marília Luz David

Mario Lopes Amorim

Mario Sergio Cunha Alencastro

Marko Monteiro

Miguel Jonathan

Mirani Cristina de Barros

Myrrena Inácio

Nabylla Fiori de Lima

Nanci Stancki da Luz

Natalia de Lima Bueno

Nilton Bahlis dos Santos

Noela Invernizzi

Patrícia Barbosa Pereira

Patricia Benedita Aparecida Braga

Patricia Silva Ferreira

Paulo Roberto Wollinger

Rafael Bennertz

Rafael de Almeida Evangelista

Rafael de Brito Dias

Rafael Rodrigo Mueller

Rafael Wild

Raoni Rajão

Raphael Curioni Raia

Raquel Folmer Corrêa

Renato Peixoto Dagnino

Renzo Taddei

Ricardo Afonso Ferreira de Vasconcelos

Ricardo Francisco Paes

Ricardo Toledo Neder

Rodrigo Ribeiro

Rogerio Lopes Azize

Ronara Cristina Bozi dos Reis

Rosa Maria Leite Ribeiro Pedro

Sayonara Leal

Suseli de Paula Vissicaro

Suzani Cassiani

Tamara Egler

Tania Elias Magno da Silva

Tatiana Galieta Nacimento

Thales Haddad Novaes de Andrade

Tiago Ribeiro Duarte

Victor Luiz Alves Mourão

Viviane Fernandez

Vivianne Caroline Santos Sobral

Wilson José Alves Pedro

 

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Eleições 2017 – Homologação das chapas

ATA DE HOMOLOGAÇÃO FINAL DAS CHAPAS CANDIDATAS À DIRETORIA E AO CONSELHO DELIBERATIVO NAS ELEIÇÕES 2017 DA ESOCITE.BR. Aos 10 (dez) dias do mês de setembro de 2017 (dois mil e dezessete) reuniram-se, remotamente, através da Internet, os membros da Comissão Eleitoral das Eleições 2017 da ESOCITE.BR para concluir a homologação das inscrições das chapas candidatas à Diretoria e ao Conselho Deliberativo da ESOCITE.BR. Conforme comunicado em ata anterior, de 7 (sete) de setembro de 2017 (dois mil e dezessete), a Chapa Renovando a ESOCITE.BR apresentou pendências observadas no §4 do Art. 31 do Estatuto e no Art. 13, todavia, a representação da supracitada chapa enviou em tempo hábil, no dia 9 (nove) de setembro de 2017 (dois mil e dezessete), os comprovantes necessários à homologação da candidatura. Dessa forma, a Comissão Eleitoral homologou a Chapa Renovando a ESOCITE.BR como candidata nas Eleições 2017 da ESOCITE.BR. Portanto, esta Comissão Eleitoral considera concluído o processo de homologação das candidaturas, estando devidamente aptas para o processo eleitoral de 2017 da ESOCITE.BR as chapas descritas a seguir, por ordem de inscrição: CHAPA “CIÊNCIA, TECNOLOGIA & SOCIEDADE: RESISTÊNCIA E ENGAJAMENTO”, com a seguinte composição para a Diretoria: Presidente – Guilherme José da Silva e Sá (UnB); Vice-Presidenta – Márcia Regina Barros da Silva (USP); Vice-Presidente – Fabrício Neves (UnB); Secretária Geral – Daniela Alves de Alves (UFV); Primeira Secretária – Isabel Cafezeiro (UFF); Tesoureiro – Adriano Premebida (UFRGS); Segunda Tesoureira – Sayonara Leal (UnB); e a seguinte composição para o Conselho Deliberativo: Ana Lucia Lage (UFBA); Celso Alexandre Souza de Alvear (UFRJ); Daniela Manica (UFRJ); Débora Allebrandt (UFAL); Fernanda Sobral (UnB); Henrique Luiz Cukierman (UFRJ); Ivan da Costa Marques (UFRJ); Lorena Fleury (UFRGS); Maíra Baumgarten (UFRGS); Maria Caramez Carlotto (UFABC); Raoni Rajão (UFMG); Renzo Taddei (UNIFESP); Tiago Ribeiro Duarte (UnB) e Wilson Pedro (UFSCar); CHAPA RENOVANDO A ESOCITE.BR, com a seguinte composição para a Diretoria: Presidente – Gilson Leandro Queluz (UTFPR); Vice-Presidente – Renato Dagnino (UNICAMP); Vice-Presidente – Irlan von Linsingen (UFSC); Secretário Geral – Ricardo Neder (UNB); Primeiro Secretário – Rafael de Brito Dias (UNICAMP); Tesoureira – Noela Invernizzi (UFPR); Segunda Tesoureira – Carolina Bagatolli (UFPR); e a seguinte composição para o Conselho Deliberativo: Bethania Medeiros Geremias (UFV); Carla Giovana Cabral (UFRN); Edson Jacinski (UTFPR); Fumikazu Saito (PUC-SP); Joana Peixoto (IFG); Julio César dos Santos (IFG); Lea Maria Leme Strini Velho (UNICAMP); Marilene Zazula Beatriz (UTFPR); Mário Lopes Amorim (UTFPR); Nanci Stancki da Luz (UTFPR); Raquel Folmer Corrêa (IFFAR); Dolores Galindo (UFMT); Suzani Cassiani (UFSC); Tatiana Galieta Nascimento (UERJ). A Comissão Eleitoral estabeleceu que o período de campanha eleitoral terá início a partir da divulgação, por correio eletrônico, deste processo de homologação e se encerrará no dia 5 (cinco) de outubro de 2017, véspera do dia votação, agendado, como previsto na convocatória das eleições, para o dia 6 (seis) de outubro de 2017. Não havendo nada mais a tratar, a reunião foi finalizada e, a presente ata, lavrada pelo membro da Comissão Eleitoral Alberto Jorge Silva de Lima, seguindo assinada por todos os demais membros presentes na reunião.

 

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