“Em defesa da ciência”: nota pública de apoio às (aos) pesquisadoras (es) do estudo “The rotten apples of Brazil’s agribusiness”

 

 

 

 

A Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias – ESOCITE.BR torna público o apoio aos pesquisadores e pesquisadoras que elaboraram o artigo The rotten apples of Brazil’s agribusiness, publicado na Revista Science (https://science.sciencemag.org/content/369/6501/246), e coordenado pelo professor Raoni Rajão, da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. O artigo aborda, depois de anos de pesquisa e com refinados métodos de coleta e análise de dados, a forma como a produção e exportação de soja e carne bovina no Brasil – Bioma Amazônia e Cerrado – se relacionam ao desmatamento ilegal de uma pequena parcela de imóveis rurais (2%), mas que representam 62% de todo o desmatamento nesses biomas. Por vários mecanismos de interconexão, esta minoria de propriedades rurais acaba contaminando exportações brasileiras regulares para a União Europeia, por exemplo. O artigo é muito claro sobre este reduzido número de imóveis rurais ligados a um potencial de desmatamento ilegal para a produção agropecuária e fornece ferramentas para estratégias de controle por partes de órgãos de fiscalização governamentais.

Na esteira do que já vem acontecendo com outros (as) pesquisadores (as) e órgãos como o INPE, diversos ataques e ameaças aos autores e suas respectivas instituições de filiação estão sendo realizados. Estas manifestações são desprovidas de argumentação científica ou de qualquer discussão focada no esforço analítico, metodológico e nas possibilidades de frentes de investigação dos resultados do artigo. Além disso, o artigo aponta possibilidades de elaboração de políticas públicas baseadas em evidências científicas na convergência de questões como ambiente, mudanças climáticas, agronegócio e acordos comerciais entre blocos de países.

Os resultados do artigo apontam, entre outras questões, e ao contrário do que sugere a maioria das ameaças dirigidas às autoras e autores, importantes dados que ajudam a separar o agronegócio profissional e efetivamente legal de uma minoria que não poderia ser representada como ativo relevante nos setores da produção de soja e carne bovina. As críticas são sempre bem-vindas na atividade científica, desde que embasadas em pesquisa sistemática e em dados refinados por métodos referendados pelos pares, devendo ser efetuadas nos veículos adequados.

A ESOCITE.BR reitera seu comprometimento com a produção e divulgação científicas e tecnológicas, em um ambiente de discussão aberto e democrático, com respeito ao debate de pontos de vistas diversos, mas dentro das regras de equilíbrio e bom senso, baseadas no conteúdo de conhecimentos imprescindíveis para tomada de decisões responsáveis e necessárias às questões prementes examinadas no artigo e de suma importância à população brasileira.

 

Diretoria da ESOCITE.BR

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias

 

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RESULTADO DA CHAMADA PÚBLICA IX SIMPÓSIO NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE

 

 

 

A diretoria da ESOCITE.BR, reunida virtualmente no dia 18 de maio de 2020, analisou e aprovou, por unanimidade, a candidatura única submetida pelo Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade Federal de São Carlos (PPGCTS-UFSCar) para organizar e sediar o IX Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade.

 

Assim, viemos por meio deste comunicado informar todos os nossos associados e associadas que o IX Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade será organizado pelo Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade Federal de São Carlos (PPGCTS-UFSCar) e acontecerá na primeira quinzena de outubro de 2021 na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

 

 

Porto Alegre, 18 de maio de 2020

 

Diretoria ESOCITE.Br

 

 

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Associações científicas de todo o Brasil subscrevem nota da ESOCITE.Br

Associações científicas de todo o Brasil subscreveram a nota da ESOCITE.Br sobre a Pandemia de COVID-19 e a importância de valorizar as ciências e as tecnologias.

A nota com as novas subscrições pode ser acessada na íntegra AQUI.

 

Até o momento, assinaram a nota:

Associação Brasileira de Ciência Ecológica e Conservação (ABECO)

Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED)

Associação Nacional de História (ANPUH)

Sociedade Astronômica Brasileira (SAB)

Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis (SBEC)

Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE)

Sociedade Brasileira de Geologia (SBGeo)

Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE)

Sociedade Brasileira de Ictiologia (SBI)

Sociedade Brasileira de Microbiologia (SBMicrobiologia)

Sociedade Brasileira de Ornitologia (SBO)

 

Para subscrever a nota, basta mandar um e-mail para: esocite.brasil@gmail.com

 

 

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NOTA PÚBLICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOCIAIS DAS CIÊNCIAS E DAS TECNOLOGIAS (ESOCITE.BR) SOBRE A PORTARIA N. 1.122 DO MCTIC

 

 

 

 

 

NOTA PÚBLICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOCIAIS DAS CIÊNCIAS E DAS TECNOLOGIAS (ESOCITE.BR) SOBRE A PORTARIA N. 1.122 DO MCTIC

 

A portaria n. 1.122, de 19 de março de 2020, que define as prioridades, no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), no que se refere a projetos de pesquisa e de desenvolvimento de tecnologias e inovações, estabelece cinco áreas prioritárias de investimento, compreendendo as tecnologias estratégicas, habilitadoras, de produção, para o desenvolvimento sustentável e para a qualidade de vida.

 

Na área de tecnologias estratégicas se encontram exclusivamente os setores de segurança e soberania nacional. As tecnologias habilitadoras se concentram nos setores intensivos em tecnologia. A área de tecnologias de produção refere-se às pesquisas voltadas para a competitividade e produtividade dos setores produtores de riquezas. Mesmo a área intitulada tecnologias para o desenvolvimento sustentável tem como foco projetos que articulem preservação ambiental ao desenvolvimento econômico, sem contemplar aqueles projetos que têm problematizado a incompatibilidade entre os padrões de desenvolvimento vigentes e o equilíbrio e diversidade ambientais. Na área tecnologias para a qualidade de vida, por fim, espera-se a produção de produtos e serviços nos setores de saúde, saneamento básico, segurança hídrica e tecnologias assistivas.

 

A descrição das áreas prioritárias presentes na portaria reforça uma visão míope de tecnociência, vinculada a um viés mercadológico para o qual concorreriam unicamente os saberes vinculados às ciências exatas e da natureza, às engenharias e às ciências da saúde e biomédicas. Tal visão alija as ciências humanas, sociais e sociais aplicadas da distribuição de recursos, condenando ao desaparecimento os projetos, os programas de pós-graduação e as comunidades científicas destas áreas.

 

Na prática, a portaria desautoriza agências como a FINEP e o CNPq a investir fora destas áreas temáticas definidas e excluindo tanto a pesquisa básica ou de viés não mercadológico quando as humanidades. Trata-se de mais uma estratégia de redução dos investimentos em ciência e tecnologia, dentre tantas outras, como o corte nas bolsas de pós-graduação impostas pela portaria n. 34 da CAPES, publicada em 09 de março.

 

O governo federal, ao buscar maior alavancagem em setores que teriam maior potencialidade para acelerar o desenvolvimento econômico e social do país, ignora que o desenvolvimento econômico e social está assentado em princípios e estratégias construídos em consonância com teorias econômicas e sociais produzidas, compartilhadas e debatidas nas coletividades de pesquisadores das áreas de ciências econômicas e sociais. Os referenciais teóricos e analíticos que conduzem a ação de gestores públicos e privados, na implantação e avaliação de políticas públicas, são respaldados em conhecimentos que vêm sendo produzidos há décadas por pesquisadores nas áreas de ciências sociais, educação, saúde coletiva, economia, história, geografia, psicologia social, dentre outras.

Entendemos que a proposta de racionalizar recursos orçamentários, e destiná-los a áreas estratégicas, não se constitui apenas em uma ação de razão econômica, mas resulta de um projeto político que despreza o conhecimento produzido nas ciências humanas, sociais e sociais aplicadas e também nas ciências básicas (aliás, indissociável, segundo os referenciais dos Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias, dos chamados “desenvolvimentos tecnológicos” ou das “ciências aplicadas”).  Esse projeto busca, através de várias estratégias, censurar as humanidades, o que está em consonância com outras condutas de censura à intelectualidade e aos agentes culturais, impetradas por representantes deste governo.

Temáticas caras às humanidades são centrais para um projeto de nação que se busca soberana, coesa e democrática. Dependência, colonialidade, políticas públicas e sociais, problemas urbanos, deslocamentos populacionais, desigualdade, diferença e inclusão, democracia e justiça, são alguns dentre tantos outros temas aos quais se dedicam os pesquisadores desta coletividade.

Estamos diante de uma política de ciência e tecnologia limitada e totalmente em desacordo com as necessidades da sociedade brasileira. O foco no crescimento econômico e na inovação, orientados exclusivamente à produção de resultados industriais e econômicos, desconsidera, por exemplo, um debate importante conduzido por pesquisadores da área de estudos sociais de ciência e tecnologia, a saber, o da inovação social como meio de resolução de problemas sociais que afligem um país diverso e desigual como o Brasil.

A ESOCITE.BR se manifesta, portanto, contra a portaria n. 1.122, e se une às demais associações e representações interessadas na luta contra o alijamento das ciências humanas, sociais e sociais aplicadas da política brasileira de ciência e tecnologia.

 

 

A diretoria da ESOCITE.BR

 

Porto Alegre, 25 de março de 2020

 

 

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NOTA PÚBLICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOCIAIS DAS CIÊNCIAS E DAS TECNOLOGIAS SOBRE A PANDEMIA DO NOVO CORONAVÍRUS E A VALORIZAÇÃO DAS CIÊNCIAS E DAS TECNOLOGIAS

 

 

 

 

NOTA PÚBLICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOCIAIS DAS CIÊNCIAS E DAS TECNOLOGIAS SOBRE A PANDEMIA DO NOVO CORONAVÍRUS E A VALORIZAÇÃO DAS CIÊNCIAS E DAS TECNOLOGIAS

A crise mundial provocada pela pandemia global do novo Coronavírus (COVID-19) recolocou para as sociedades contemporâneas a importância do conhecimento no enfrentamento de problemas complexos. Torna-se cada vez mais clara a centralidade dos cientistas e das instituições científicas para o enfrentamento da crise, bem como a necessidade de tornar pública, acessível e transparente toda a informação e tecnologia relativas ao Coronavírus e seus impactos nas coletividades. No momento atual, a importância dos conhecimentos produzidos nas mais diversas áreas fica evidente pois se as ciências biológicas e farmacêuticas, a enfermagem e a medicina, têm uma contribuição inconteste, também a economia, a sociologia, a saúde pública e a epidemiologia são essenciais para lidar com os problemas que a pandemia traz para a população, para auxiliar a pensar políticas públicas adequadas e ações de monitoramento e mitigação dos efeitos do COVID-19.

No Brasil, porém, as instituições de ensino e pesquisa, responsáveis pela produção desses conhecimentos e tecnologias vêm sendo sistematicamente atacadas, tanto material quanto simbolicamente.

Sobretudo desde a aprovação da Emenda Constitucional 95, que instituiu o Teto de Gastos, os investimentos públicos em ensino, pesquisa, extensão e inovação no país vêm sendo reduzidos, estrangulando o orçamento das agências públicas de fomento à pesquisa, prejudicando o funcionamento das instituições públicas de ensino e pesquisa, e comprometendo a agenda de pesquisa do país.

Mas a restrição material não é a única forma de ataque que temos sofrido. Simbolicamente, o conhecimento e as instituições produtoras de conhecimento estão na mira de setores obscurantistas que ganham cada vez mais representação no governo. O Presidente da República ignora sistematicamente dados empíricos, evidências científicas e recomendações técnicas. O Ministro da Educação ataca as universidades, o ensino público e os professores em nome de uma agenda puramente ideológica. O Ministro de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações segue omisso na defesa da ciência e da capacidade tecnológica do país.

Sem conhecimento científico e capacidade tecnológica democratizados, nenhum país será capaz de enfrentar crises complexas. Nos colocamos ao lado de várias outras Associações Científicas do país para defender:

 

  • A imediata revogação da Emenda Constitucional 95, que instituiu o Teto de gastos.
  • A recomposição do orçamento da CAPES, do CNPq e da FINEP e de sua capacidade para atuar em todas as áreas.
  • A recomposição do orçamento das instituições federais de ensino, bloqueado em 40% na LOA de 2020.
  • O respeito à autonomia universitária, com a revogação da MP 914/2019.
  • A suspensão da tramitação do “Plano Mais Brasil”, em particular as PECs 186, 187 e 188/2019 que vão promover, respectivamente, a reforma administrativa, e  fiscal, com supressão de direitos dos servidores públicos, incluindo profissionais da saúde, professores e pesquisadores; e a reorganização dos Fundos Públicos, incluindo o FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico).
  • A imediata revogação da portaria CAPES n. 34 de 9 de março de 2020, que impõe uma redução do número de bolsas de pós-graduação.

 

Queremos também registrar nosso repúdio ao pronunciamento do Presidente da República sobre a pandemia do COVID-19 na noite de 24 de março. Sua fala representou um enorme retrocesso estando em desacordo com as recomendações de seu Ministério da Saúde, de organizações internacionais como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e de governos por todo o globo. Em uma pandemia grave como a presente é inadmissível que o Chefe da Nação minimize os trágicos efeitos associados e proponha que apenas idosos fiquem isolados. Estudos em todo o mundo têm demonstrado a importância do isolamento social para evitar o colapso dos sistemas de saúde, bem como a necessidade de medidas econômicas que garantam a sobrevivência de todos os trabalhadores sem distinção de qualquer natureza.

A conjuntura atual requer união de esforços de toda a sociedade brasileira e uma condução responsável e baseada em conhecimento certificado, de forma a possibilitar o enfrentamento exitoso da pandemia.

A diretoria da ESOCITE.BR

Porto Alegre, 25 de março de 2020

 

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Chamada pública: IX Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR)
IX Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade
Chamada Pública
A presente chamada pública tem por objeto fomentar candidaturas de instituições para organizar e sediar o IX Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade, a realizar-se na primeira quinzena do mês de outubro de 2021. As candidaturas devem preencher os seguintes pré-requisitos:
1- Dos proponentes:
Pelo menos um dos membros (proponentes) da comissão organizadora deverá ser sócio/sócia, com anuidade em dia, da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR).
2- Da comissão organizadora:
A comissão organizadora deverá ser indicada com pelo menos 3 membros.
3- Da proposta:
A proposta deverá ser enviada para o e-mail esocite.brasil@gmail.com e ser composta por: uma carta da administração superior da instituição dos proponentes, comprometendo-se a sediar e apoiar o evento; um ‘pitch’ (vídeo amador sumário de 3 a 5 minutos, feito através de câmera ou celular) apresentando a proposta, a comissão organizadora e a infraestrutura da instituição.
4- Do prazo:
A proposta deverá ser submetida até o dia 02 de abril de 2020.
Demais informações, entrar em contato pelo email esocite.brasil@gmail.com
Porto Alegre, 27 de janeiro de 2020
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VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade

Prezados (as) associados (as),

Em uma semana daremos início ao VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade, promovido e realizado pela ESOCITE.BR em parceria com o CEFET-MG. Juntamente com a organização local do CEFET-MG temos trabalhado intensamente para oferecer a toda/s a/os participantes de nosso Simpósio as condições propícias para que os diálogos, em suas múltiplas vozes, transcorram de forma instigante e produtiva.

Apesar do contingenciamento de recursos públicos para as áreas de Educação, Ciência, Tecnologia e Pesquisa, entre outras, a diretoria da ESOCITE.BR, em especial a sua tesouraria, tem se desdobrado para garantir a realização do evento dentro daquilo que consideramos preencher os requisitos mínimos para a sua realização. É preciso destacar, igualmente, o empenho da administração do CEFET-MG e da comissão de organização local ao fornecerem a estrutura física adequada ao evento e o acolhimento a toda/os a/os participantes.

Reforçamos que a presença de toda/os no VIII Simpósio ESOCITE.BR é fundamental para reforçarmos nossos laços associativos e para pensarmos conjuntamente em alternativas inovadoras de resistência e de superação dos dilemas que os tempos (difíceis) atuais nos impõem.

Esperamos encontrá-la/os em breve em Belo Horizonte!

Abraços,

Diretoria da ESOCITE.BR

 

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Livro – Conhecimentos e Sociedade: Teorias, políticas e controvérsias

No Simpósio Esocite Brasil, de 15 a 17 de agosto, será lançado o livro Conhecimentos e Sociedade: Teorias, políticas e controvérsias, além de uma extensa programação sobre o tema. Para visualizar, você pode acessar este link.

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Homologação de chapa candidata à diretoria da Esocite.BR

A comissão eleitoral da Esocite.Br, homologou a chapa “Ciência, Tecnologia & Sociedade: pluralidade e resistência”, presidida por Maíra Baumgarten Corrêa.

Para visualizar o documento completo lavrado pela comissão, acesse aqui.

 

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Convocação para Eleições ESOCITE.BR 2019

Processo Eleitoral da Esocite.BR (2019)

Comunicamos a todo/as o/as associado/as da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (Esocite.BR) que a partir de 18 de março de 2019 estão abertas as inscrições de candidaturas para composição da Diretoria e do Conselho Deliberativo para o biênio de 2019/2020.

As candidaturas devem ser inscritas até o dia 31 de maio de 2019 junto à Comissão Eleitoral, por meio do endereço eletrônico esocite.brasil@gmail.com

As candidaturas devem ser apresentadas em chapas, contendo, para a diretoria, um/a presidente, dois/duas vice-presidentes, um/a secretário/a geral, um/a primeiro/a-secretário/a, um/a tesoureiro/a e um/a segundo/a tesoureiro/a, e 14 candidato/as para o Conselho Deliberativo, conforme estatuto disponível no site da Esocite.BR ( http://www.esocite.org.br/estatuto/ ).

Conforme estabelece o estatuto da Esocite.BR, “Só poderão votar e ser votados, para a Diretoria e o Conselho Deliberativo, os associados em pleno gozo de seus direitos, que estiverem filiados à Esocite.BR por seis ou mais meses antes da convocação do processo eleitoral.”

As eleições serão realizadas durante o VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade no dia 16 de agosto de 2019 no CEFET-MG (Belo Horizonte) onde será realizado o evento. Logo após o encerramento das atividades, a Comissão Eleitoral lavrará a ata competente que será encaminhada para a Assembleia Geral.

Brasília, 18 de março de 2019.

A Comissão Eleitoral:

Marko Synésio Alves Monteiro – Unicamp

Daniele Martins dos Santos – UFRJ

Rafael Antunes Almeida – Unilab

Para visualizar o documento completo acesse este link.

 

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