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CONFIRA OS PRÓXIMOS EVENTOS QUE REUNIRÁ MEMBROS DA ESOCITE.BR

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NOTA SOBRE O INCÊNDIO DO MUSEU NACIONAL

Por admin | Publicado: 03/09/2018 |

NOTA DA  ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOCIAIS DAS CIÊNCIAS E DAS TECNOLOGIAS SOBRE O INCÊNDIO DO MUSEU NACIONAL
A Associação Brasileira dos Estudos Sociais das Ciências e das tecnologias junta-se a milhões de vozes que consternadas lamentam o incêndio que devastou o Museu Nacional, na noite de ontem, no Rio de Janeiro. Trata-se não de um evento isolado contra a ciência e cultura do nosso país, nem de obra do acaso. O Museu Nacional e nossas instituições científicas sofrem com a falta regular de recursos, com o abandono e, agora, com a EC 95, que congelou os gastos públicos por 20 anos, este quadro estarrecedor irá se aprofundar ainda mais. Um acervo inestimável de dois século se perde. Bem como o trabalho de centenas de pesquisadores. Nos solidarizamos com os professores, pesquisadores, estudantes e servidores do Museu Nacional e pedimos providências para a recuperação do que for possível. Sem conhecer nosso patrimônio, natural e cultural, não estamos preparados para o futuro. Ciência e cultura são produções que dão sentido ao nosso mundo e que promovem a imagem de quem fomos e do que seremos. Quem visitou o Museu Nacional pôde experimentar um pouco mais de quem fomos. O que seremos sem o Museu Nacional?

03 de setembro de 2018.

Diretoria da ESOCITE.BR.

Nota do Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas ao Ministro da Educação a respeito dos cortes propostos no orçamento da CAPES para 2019.

Ao Excelentíssimo Senhor
Rossiele Soares da Silva
Ministro de Estado da Educação
Brasília

Cc. Prof. Abílio Baeta Neves
Presidente da CAPES
Brasília

Prezado Senhor Ministro,

As instituições abaixo nomeadas, participantes do Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas, somam-se ao conjunto da comunidade acadêmica e científica brasileira para expressarem a sua mais forte preocupação com as consequências que os cortes propostos ao orçamento da CAPES podem trazer para a pesquisa e a formação de docentes no país. Como sabemos, a CAPES já vem restringindo vários de seus programas em razão dos cortes já realizados em seu orçamento. Um novo corte, como o agora proposto para o orçamento de 2019, atingirá centenas de milhares de professores(as) e pesquisadores(as) e colocará em risco a própria existência da Pós Graduação, a mais importante e capilar de nossas estruturas de pesquisa.

Reiteramos, pois, a necessidade de que o Sr. Ministro da Educação trabalhe junto aos Ministros da área econômica para que sejam revistos os cortes propostos e conclamamos toda a comunidade acadêmico-científica a se mobilizar em defesa da CAPES e dos demais órgãos do Sistema Nacional de C&T, como o CNPq e as FAPs, patrimônios do povo brasileiro.

Brasil, 03 de agosto de 2018.

ABA – Associação Brasileira de Antropologia
ABClima – Associação Brasileira de Climatologia
ABCP – Associação Brasileira de Ciência Política
ABEC – Associação Brasileira de Editores Científicos
ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância
ABEP – Associação Brasileira de Estudos Populacionais
ABEPSS – Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social
ABERGO – Associação Brasileira de Ergonomia
ABJC – Associação Brasileira de Jornalismo Científico
ABPD – Associação Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento
ABPEE – Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial
ABPMC – Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental
ABRALIN – Associação Brasileira de Linguística
ABRAPCORP – Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas
ABRAPEC – Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências
ABRAPEE – Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional
ABRAPSO – Associação Brasileira de Psicologia Social
ABRI – Associação Brasileira de Relações Internacionais
ANCIB – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação
ANPAE – Associação Nacional de Política e Administração da Educação
ANPARQ – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo
ANPEC – Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia
ANPED – Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Educação
ANPEGE – Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Geografia
ANPEPP – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia
ANPOCS – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais
ANPOF – Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia
ANPOLL – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística
ANPPOM – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música
ANPUH – Associação Nacional de História
ANPUR – Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional
ANPTUR – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo
CESA – Sociedade Científica de Estudos da Arte
COMPOS – Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação
CONPEDI – Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito
ESOCITE – Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias
FEBRAPSI -Federação Brasileira de Psicanálise
INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
SAB – Sociedade Brasileira de Arqueologia
SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos
SBEM – Sociedade Brasileira de Educação Matemática
SBEnBio – Associação Brasileira de Ensino de Biologia
SBHC – Sociedade Brasileira de História da Ciência
SBHE – Sociedade Brasileira de História da Educação
SBP – Sociedade Brasileira de Psicologia
SBHP – Sociedade Brasileira de História da Psicologia
SBPHA -Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica
SBPOT – Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho
SBPJor – Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo
SBS – Sociedade Brasileira de Sociologia
SOCICOM – Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação
SOCINE -Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
UGB – União da Geomorfologia Brasileira
ULEPICC – União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura

MINUTA – VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade

Prezadxs senhorxs,

Informamos que após chamada pública feita à comunidade Esocite.BR foi escolhido o CEFET-MG como instituição que receberá o VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade, a ser realizado no segundo semestre de 2019.

Atenciosamente,

Diretoria da Esocite.BR

Nota de repúdio da ESOCITE.BR à ação da PF na UFMG

A Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR) expressa publicamente sua indignação a respeito da ação da Polícia Federal no campus da Universidade Federal de Minas Gerais no último dia 06 de dezembro. Novamente, em nossa história recente, presenciou-se a imposição da prepotência sobre a autonomia universitária.

Diante da gravidade dos fatos, a ESOCITE.BR conclama seus associado/as a se engajarem na luta pela manutenção das bases democráticas que vêm sendo sistematicamente atacadas pelo governo e suas corporações. Defender a autonomia das universidades públicas, do livre pensamento e da liberdade de expressão é reagir contra o vil processo em curso que ofende arbitrariamente as instituições de ensino brasileiras através da perseguição aos seus representantes legítimos, professore/as e pesquisadore/as.

É tempo, mais uma vez, de defender os princípios da legalidade e da justiça social. Tomemos, pois, a responsabilidade de agir imediatamente, não apenas denunciando as formas de totalitarismo recorrentes, mas enfrentando as ações orquestradas a partir de interesses reacionários à democratização do conhecimento e da ciência.

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias

Brasília, 07 de dezembro de 2017.

Nota de Repúdio da Esocite.Br ao Relatório do Banco Mundial

Brasília, 04 de dezembro de 2017

 

A Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR) expressa seu repúdio aos termos expressos no recente Relatório do Banco Mundial intitulado “Um Ajuste Justo – Análise da Eficiência e Equidade do Gasto Público no Brasil”, o qual parte de percepções imprecisas e tendenciosas acerca da realidade dos gastos públicos brasileiros para sugerir de forma nociva e dolosa a privatização dos serviços públicos relacionados ao Ensino Superior no Brasil. Somos veementemente contrários a todo e qualquer movimento que vede o direito ao livre e irrestrito acesso e permanência de todo e qualquer brasileiro/a ao ensino público, gratuito e de qualidade. Entendemos que a produção em ciência e tecnologia no Brasil não pode e nem deve ser coagida por protocolos neoliberais que expressam os piores interesses alinhados à segregação e à elitização ao/do conhecimento acadêmico.

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR) 

Participação ESOCITE.BR no Seminário 2 anos Rompimento da barragem do Fundão

Nos dias 06, 07 e 08 de novembro de 2017, pesquisadores, movimentos sociais, organizações não governamentais e instituições do sistema de justiça federal e estadual promoveram um encontro em Vitória, no Espírito Santo, visando realizar um balanço a respeito dos dois anos desde o rompimento da barragem de rejeitos de minério da Samarco, em Mariana (MG). O evento, organizado em formato de Seminário, contou com mesas-redondas cujos eixos de discussão foram: Histórico e balanço político-institucional dos 2 anos; Balanço das medidas de reparação; Balanço das dinâmicas territoriais; Balanço de atuação de corporações e violações de direitos; além de uma Audiência Pública sobre o tema “Direitos Humanos e Empresas: Qual é a política pública que o Brasil precisa?”. Ao final do evento, foi redigido um documento intitulado “Carta do Rio Doce”, construído a partir das manifestações de atingidos, militantes de movimentos sociais, defensores públicos e procuradores do Ministério Público Federal e do Ministério Público Federal que participaram das atividades. Em todas atividades, as controvérsias científicas (por exemplo, no que diz respeito à toxicidade da lama deixada nas localidades após passagem do rejeito), as disputas entre grupos sociais pela definição das práticas aceitáveis no reordenamento local entre pessoas, tecnologias, rio, lama e paisagem (ou, entre sociedade e natureza) e a produção e coprodução do Estado em resposta e em relação com os acontecimentos posteriores ao rompimento da barragem explicitaram o embaralhamento das definições de ciência, política e tecnologia, bem como seu o caráter conflitivo. Lorena Fleury, membro do conselho do ESOCITE.BR, participou do seminário representando a Associação.

Mais informações sobre o evento e a “Carta do Rio Doce” podem ser acessados em https://contatoseminariode.wixsite.com/balanco2anos

 

Informe sobre atualização do site e utilização da página da Esocite.Br no Facebook

Carxs colegas e associadxs,
estamos em processo de atualização do nosso site, portanto informamos que provisoriamente utilizaremos a página da Esocite.BR no Facebook para divulgarmos informações e eventos de interesse da comunidade CTS brasileira:

 

https://www.facebook.com/groups/esocitebr/

 

Pedimos a gentileza de divulgarem este canal para que evitemos maiores lapsos de comunicação.

Obrigado!

Publicado em Notícias

Esocite.BR assina carta em defesa dos investimentos em ciência, tecnologia, inovação e na educação pública entregue aos parlamentares brasileiros

SBPC entrega a Carta aos Parlamentares Brasileiros:

http://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-entrega-a-carta-aos-parlamentares-brasileiros/

 

Esocite.BR assina Nota da comunidade acadêmica em favor da titulação de terras quilombolas e em repúdio ao pedido da ADI 3239

Nós, abaixo assinados, vimos a público manifestar nosso repúdio ao pedido da Ação Direta de

Inconstitucionalidade (ADI) nº 3239, que será julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em

18 de outubro de 2017.

Trata-se de uma ameaça grave não apenas às conquistas da população
quilombola desde a consagração da Constituição Federal de 1988, mas sobretudo à vida dessa
mesma população — seja pela crescente violência à qual tem sido submetida, seja pela
intervenção sobre a sua relação com a terra que chamam “território”: condição fundamental de
sua existência enquanto coletividades distintas. Não podemos observar inertes a paulatina
subordinação de direitos fundamentais e de políticas públicas para minorias étnico-raciais a
interesses econômicos escusos. Seja sob a forma de pressão local sobre os territórios desses
grupos e sobre os corpos de suas lideranças, seja sob a forma de ações legais e proposições
legislativas — ou mesmo pela inviabilização, via esvaziamento orçamentário, da titulação de
terras —, essas intervenções configuram um processo genocida de fundo racista sobre o qual não
podemos calar.
Ao questionar o Decreto nº 4887/2003, que tem como objeto a titulação de terras
quilombolas no Brasil, a ADI 3239 pode inviabilizar a regularização dessas áreas e
consequentemente o reconhecimento do direito territorial das comunidades remanescentes de
quilombos, uma vez que esvazia a normativa referente a esses processos e que questiona os seus
próprios fundamentos — como a autodeclaração das comunidades, um direito fundamental e um
critério jurídico que segue as determinações da Convenção 169 da OIT, da qual o Brasil é
signatário. São inaceitáveis as dimensões de retrocesso anunciadas pelos argumentos da ADI nº
3239, que vai no sentido contrário da própria conquista da Constituição Federal de 1988 em
relação ao reconhecimento dos quilombos como uma forma atual de existência, cuja ocupação
territorial deve ser reconhecida pelo Estado. Frisamos que não apenas a ADI, mas também a
sugestão de que se aplique à titulação de quilombolas a tese do marco temporal podem
inviabilizar, ademais, o processo de reparação histórica do qual a regularização dessas áreas faz
parte, uma vez que são deixados de lado os impactos de quase quatro séculos de escravidão, os
processos históricos de expropriação das terras, e demais violações sofridas pelas comunidades.
Em outras palavras, trata-se de uma intrusão exógena ao texto constitucional, sem
fundamentação jurídica.
Não ficaremos silentes diante da violência crescente à qual a população quilombola está
submetida. Só no estado da Bahia, entre julho e agosto deste ano, foram assassinadas 8 pessoas
— sendo 6 dessas vítimas da chacina no quilombo Iúna, no município de Lençóis. Somados aos
casos de tortura e perseguição relatados pela Coordenação Nacional de Articulação das
Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), esses dados apontam para uma estratégia
inequívoca de extermínio de lideranças, cujo foco reside na sua particularidade étnica e racial.
Esse cenário tende a se intensificar ainda mais caso a ADI seja julgada procedente, considerando
que há uma ligação direta, largamente comentada por especialistas, entre a não titulação de terras
(ou mesmo sua morosidade), de um lado, e o aumento da violência contra as comunidades
quilombolas, de outro.
No mesmo sentido irão as consequências da redução orçamentária que o Instituto
Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem sofrido nos últimos anos. Em 2016 este
órgão – responsável pela regularização de quilombos — registrou um encolhimento orçamentário
de 80%, quando comparado aos valores disponíveis no ano anterior. Hoje, o órgão tem apenas
R$ 4 milhões para encaminhar os processos de regularização pendentes. Em 2010, eram 64
milhões — ou seja, um decréscimo de 94% em sete anos, conforme indica a Comissão Pró-Índio
de São Paulo. Não bastasse a gravidade do cenário, a Casa Civil determinou, em abril de 2017, a
paralisação dos processos de titulação até que fosse concluído o julgamento da ADI nº 3239 pelo
STF.
Destacamos, por fim, que o decreto 4887/03 não se refere apenas à regularização das
terras, mas é base para que os quilombolas acessem outras politicas públicas, no sentido de
garantir uma vida digna e assegurar sua plena cidadania — não esqueçamos a natureza da
violência cuja herança carregam: a recusa de sua humanidade. A regularização dessas áreas é
fundamental não apenas para a existência dos quilombos como para a própria sobrevivência dos
membros dessas comunidades, uma vez que as dimensões sociais, econômicas, culturais e
históricas de suas vidas são diretamente vinculada à sua relação coletiva com a terra. Não
aceitamos qualquer retrocesso em relação ao reconhecimento dos direitos fundiários quilombolas
e do vínculo íntimo entre essas coletividades e seus territórios — ao mesmo tempo fundiários e
existenciais. O apagamento desse vínculo é um elemento central do processo em curso, para
cujos efeitos e desfechos genocidas procuramos chamar a atenção.

Assinam:
Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR)
Bacharelado em Antropologia da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia AfroBrasileira
(Unilab)
Centro de Estudos em Desigualdade e Discriminação – CEDD/UnB
Centro de Estudos Rurais (CERES) IFCH-Unicamp
Centro de Pesquisa em Etnologia Indígena (CPEI) IFCH-Unicamp
Comitê Quilombos da Associação Brasileira de Antropologia
Comitê Povos Tradicionais, Meio Ambiente e Grandes Projetos da Associação Brasileira de
Antropologia
Cosmopolíticas – Núcleo de Antropologia (UFF)
Instituto Autonomia – INAU
Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (IFCH/Unicamp)
Departamento de Antropologia da Universidade Federal Fluminense (GAP/UFF)
Doutoramento em Antropologia da Universidade de Lisboa e o Grupo de Investigação
Identidades, Culturas, Vulnerabilidades do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de
Lisboa
Especialização em Direitos Humanos “Esperança Garcia” (FAR)
Faculdade UnB Planaltina (FUP)
Grupo Asa Branca de Criminologia (UFPE)
Grupo Saúde Coletiva, Ecologia Política, Justiça Ambiental e Promoção Emancipatória da Saúde
(Ensp/Fiocruz)
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente, da Universidade Federal
do Maranhão (GEDMMA/UFMA)
Grupo de Estudos e Pesquisa em Cultura, Processos Sociais, Sertão – Unimontes
Grupo de Estudos e Pesquisa em Políticas Públicas, História, Educação das Relações Raciais e
de Gênero (Geppherg/FE-UnB)
Grupo Enfoques Antropológicos (GEA) – UNESP-Marília
Grupo de Estudos e Pesquisas Sobre Formação e Atuação de Professores/Pedagogos – GEPFAPe
Grupo de Estudos e Pesquisas Marxistas – Centro de Educação (GEPMARX/UFPE)
Grupo de Estudos em Educação Ambiental Desde el Sur (GEASUR/PPGEdu/UNIRIO)
Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (GESTA/UFMG)
Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Relações de poder, Conflito e Socialidades – Hybris (PPGASUFSCAR/
PPGAS-USP)
Grupo de Estudos sobre Álcool e outras Drogas (GEAD/UFPE)
Grupo de Pesquisa Antropologia e Direitos Humanos do CNPq
Grupo de Pesquisa Desafios do Constitucionalismo (FD/UnB)
Grupo lutas sociais, igualdade e diversidade – LIDA/UEMA
Grupo de Pesquisa em Antropologia Jurídica – GPAJU da UFSC
Grupo de Pesquisa em Antropologia Jurídica – GPAJU da UNESC
Grupo de Pesquisa e Extensão Direitos Humanos e Cidadania (DiHuCi/UFPI)
Grupo de Pesquisa Cidade Territorio e Meio Ambiente – Citema/UEMA
Grupo de Pesquisa História Indígena e da Escravidão Amazônica da Universidade Federal do
Amazonas (HINDIA/UFAM)
Grupo de Pesquisa Jornalismo Cultura e Sociedade (UFSC)
Grupo de Pesquisa Modos de Produção e Antagonismos Sociais (FUP/UnB)
Grupo de Pesquisas em Direitos Étnicos da UnB (Moitará/FD/UnB)
Grupo de Pesquisa ‘Ordenamento Territorial e Governança da Terra na Amazônia (PPGD/UFPA)
Grupo de Pesquisa Terra em Cena (FUP/UnB)
Grupo de Pesquisa Povos Indigenas e Povos Tradicionais – Resistencias e Existencias na Terra
(ReExisterra), (NAEA/UFPA)
Grupo de pesquisa Saberes e práticas em Saúde (Fiocruz Pernambuco)
Grupo de Pesquisa Religião e Cultura Popular (PPGCSOC/ UFMA)
Grupo Robeyoncé de Pesquisa-Ação (FD/UFPE)
Instituto de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa (INCTI-UnB)
Instituto Nacional de Educação, Meio Ambiente, Saúde, Trabalho e Tecnologia (INEMAST)
Laboratório de Alteridades (UFCSPA/UFRGS/IFRS/UNISINOS/EHESS-Fr)
Laboratório de Antropologia (UFES)
Laboratório de Antropologia da Ciência e da Técnica (LACT-UnB/CNPq)
Laboratório de Antropologia, Filosofia e Política (Krisis-UNIVASF)
Laboratório de Antropologias da T/terra (T/terra/DAN/UnB)
Laboratório de Estudos e Pesquisas em Movimentos Indígenas, Políticas Indigenistas e
Indigenismo (Laepi/ELA/UnB)
Laboratório de Estudos e Pesquisas sobre Espaço Agrário e Campesinato (UFPE)
Laboratório e Grupo de Estudos em Relações Interétnicas (Lageri/DAN/UnB)
Mestrado em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (MESPT)
Núcleo de Antropologia e Saberes Plurais (UFMT)
Núcleo de Antropologia Simétrica (NanSi/PPGAS/MN/UFRJ)
Núcleo de Assessoria Jurídica Popular Direito nas Ruas (FD/UFPE)
Núcleo de Direitos Humanos Esperança Garcia (DCJ/UFPI)
Núcleo Direito, Discriminação e Diversidade (DDD-FDUSP)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade de Brasília (NEAB/UnB)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal Espírito Santo (NEAB/UFES)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Maranhão (NEAB/UFMA)
Núcleo de Estudos Ameríndios (UFPR)
Laboratório de Estudos Antropológicos (CAA/UFPE)
Núcleo de Estudos Constitucionais da PUC-Rio
Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI/UFAM)
Núcleo de Estudos em Cultura Jurídica e Atlântico Negro (Maré/FD/UnB)
Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Gênero Lélia Gonzalez – NEPEGEN/FAR
Núcleo de Estudos de Povos Indígenas (NEPI)
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Sociobiodiversidade e Agroecologia (Nesbio/ UFMS)
Núcleo de Estudos em Populações Quilombolas e Tradicionais (NuQ/UFMG)
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ciências Sociais (NEPCS-UFES)
Grupo de Estudos Rurais e Urbanos (UFMA)
Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Direitos Humanos (NDH UFG)
Núcleo Interdisciplinar de Investigação Socioambiental (NIISA/Unimontes)
Núcleo Participação e Democracia (NUPAD – UFES)
Núcleo de Pesquisa em Antropologia Social – Artes, Performances e Simbolismos (NAPAS)
Observatório da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, Floresta e Águas
- Teia de saberes e práticas (OBTEIA/NESP/UNB)
Programa Ações Afirmativas – UFMG
Programa de Extensão Morar Indigena – UFMG
Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais – UFMG
Pós-Graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia da Universidade Estadual do
Maranhão (UEMA)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Estadual de Campinas
(PPGAS-Unicamp)
Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Goiás (PPGASUFG)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Mato Grosso
(PPGAS-UFMT)
Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas
(PPGAS/UFAM)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGA-UFPA)
Programa De Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Programa de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal do Oeste do Pará
(PAA/UFOPA)
Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Cidadania do Centro de Estudos Avançados
Multidisciplinar da Universidade de Brasília (PPGD/CEAM/UnB)
Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos e Sociedade (UNESC)
Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina
(POSJOR/UFSC)
Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural (PPG-MADER)
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos da Universidade Federal de
Goiás (PPGIDH UFG)
Promoção da Saúde e Determinantes Sociais da Saúde (UFPE)
Rede de Antropologia da Ciência e da Tecnologia (ReACT)
Rede de Pesquisa Observatório das Nacionalidades (ON-UECE)
Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares
Residência multiprofissional em Saúde da Família, com ênfase na Saúde das populações do
Campo da Universidade de Pernambuco (UPE)
Sociedade Brasileira de Ecologia Humana (SABEH)
Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade – FIOCRUZ/Amazonas

 

Chamada Pública para candidaturas de instituições para organizar e sediar o VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade (2019)

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR)
VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade

Chamada Pública

A presente chamada pública tem por objeto fomentar candidaturas de instituições para organizar e sediar o VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade, a realizar-se no segundo semestre de 2019. As candidaturas devem preencher os seguintes pré-requisitos:
1- Dos proponentes:
Pelo menos um dos membros (proponentes) da comissão organizadora deverá ser sócio/sócia, com anuidade em dia, da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR).

2- Da comissão organizadora:
A comissão organizadora deverá ser indicada com pelo menos 3 membros.

3- Da proposta:
A proposta deverá ser enviada para o e-mail esocite.brasil@gmail.com e ser composta por: uma carta da administração superior da instituição dos proponentes, comprometendo-se a sediar e apoiar o evento; um ‘pitch’ (vídeo amador sumário de 3 a 5 minutos, feito através de câmera ou celular) apresentando a proposta, a comissão organizadora e a infraestrutura da instituição.

4- Do prazo:
A proposta deverá ser submetida até o dia 31 de janeiro de 2018.

Demais informações, entrar em contato pelo email esocite.brasil@gmail.com

Brasília, 06 de novembro de 2017.

Chamada para as XII JORNADAS LATINOAMERICANAS DE ESTUDIOS SOCIALES DE LA CIENCIA Y LA TECNOLOGÍA, ESOCITE 2018

La Asociación Latinoamericana de Estudios Sociales de la Ciencia y la Tecnología (ESOCITE), a Red Chilena de Ciencia, Tecnología y Sociedad (CTS-Chile), la Universidad de Chile, la Universidad de la Frontera y la Universidad de Valparaíso, convocan a todos los investigadores relacionados con los Estudios Sociales de la Ciencia, Tecnología e Innovación a participar en las XII JORNADAS LATINOAMERICANAS DE ESTUDIOS SOCIALES DE LA CIENCIA Y LA TECNOLOGÍA, ESOCITE 2018: Ciudadanías del conocimiento: nuevas formas y tensiones en el hacer y pensar la ciencia, la tecnología y la sociedad.
La convocatoria al encuentro en Chile propone reflexionar sobre los cambios en las arquitecturas y políticas de ciencia, tecnología e innovación; las nuevas formas de la activación ciudadana y su interpelación a la ciencia, las demandas de construcción de conocimientos fuera de las instituciones tradicionales y una mayor respuesta a los problemas ciudadanos y demandas sociales.
Las Jornadas Latinoamericanas de Estudios Sociales de la Ciencia y la Tecnología (ESOCITE) se celebrarán en, Santiago de Chile, en los días 18, 19 y 20 de Julio de 2018.
CONVOCATORIA A SESIONES TEMÁTICAS
Está abierta la convocatoria para la presentación de propuestas de sesiones temáticas, que serán la base sobre la cual se organizará el Congreso ESOCITE.
La convocatoria estará abierta hasta el día 15 de noviembre. Las sesiones temáticas deben ser propuestas por al menos 2 personas de diferentes
países. Se debe enviar un resumen de la sesión de un máximo de 300 palabras,
indicando los objetivos, el alcance y el tipo de contribuciones esperadas. Cada persona puede proponer sólo una sesión temática.

Para mayor información al mail: esocitesantiago2018@gmail.com y http://www.esocite.la

Nota de Repúdio da Esocite.Br ao Relatório do Banco Mundial

A Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR) expressa seu repúdio aos termos expressos no recente Relatório do Banco Mundial intitulado “Um Ajuste Justo – Análise da Eficiência e Equidade do Gasto Público no Brasil”, o qual parte de percepções imprecisas e tendenciosas acerca da realidade dos gastos públicos brasileiros para sugerir de forma nociva e dolosa a privatização dos serviços públicos relacionados ao Ensino Superior no Brasil. Somos veementemente contrários a todo e qualquer movimento que vede o direito ao livre e irrestrito acesso e permanência de todo e qualquer brasileiro/a ao ensino público, gratuito e de qualidade. Entendemos que a produção em ciência e tecnologia no Brasil não pode e nem deve ser coagida por protocolos neoliberais que expressam os piores interesses alinhados à segregação e à elitização ao/do conhecimento acadêmico.

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR) 

Participação ESOCITE.BR no Seminário 2 anos Rompimento da barragem do Fundão

Nos dias 06, 07 e 08 de novembro de 2017, pesquisadores, movimentos sociais, organizações não governamentais e instituições do sistema de justiça federal e estadual promoveram um encontro em Vitória, no Espírito Santo, visando realizar um balanço a respeito dos dois anos desde o rompimento da barragem de rejeitos de minério da Samarco, em Mariana (MG). O evento, organizado em formato de Seminário, contou com mesas-redondas cujos eixos de discussão foram: Histórico e balanço político-institucional dos 2 anos; Balanço das medidas de reparação; Balanço das dinâmicas territoriais; Balanço de atuação de corporações e violações de direitos; além de uma Audiência Pública sobre o tema “Direitos Humanos e Empresas: Qual é a política pública que o Brasil precisa?”. Ao final do evento, foi redigido um documento intitulado “Carta do Rio Doce”, construído a partir das manifestações de atingidos, militantes de movimentos sociais, defensores públicos e procuradores do Ministério Público Federal e do Ministério Público Federal que participaram das atividades. Em todas atividades, as controvérsias científicas (por exemplo, no que diz respeito à toxicidade da lama deixada nas localidades após passagem do rejeito), as disputas entre grupos sociais pela definição das práticas aceitáveis no reordenamento local entre pessoas, tecnologias, rio, lama e paisagem (ou, entre sociedade e natureza) e a produção e coprodução do Estado em resposta e em relação com os acontecimentos posteriores ao rompimento da barragem explicitaram o embaralhamento das definições de ciência, política e tecnologia, bem como seu o caráter conflitivo. Lorena Fleury, membro do conselho do ESOCITE.BR, participou do seminário representando a Associação.

Mais informações sobre o evento e a “Carta do Rio Doce” podem ser acessados em https://contatoseminariode.wixsite.com/balanco2anos

 

Informe sobre atualização do site e utilização da página da Esocite.Br no Facebook

Carxs colegas e associadxs,
estamos em processo de atualização do nosso site, portanto informamos que provisoriamente utilizaremos a página da Esocite.BR no Facebook para divulgarmos informações e eventos de interesse da comunidade CTS brasileira:

 

https://www.facebook.com/groups/esocitebr/

 

Pedimos a gentileza de divulgarem este canal para que evitemos maiores lapsos de comunicação.

Obrigado!

Esocite.BR assina carta em defesa dos investimentos em ciência, tecnologia, inovação e na educação pública entregue aos parlamentares brasileiros

SBPC entrega a Carta aos Parlamentares Brasileiros:

http://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-entrega-a-carta-aos-parlamentares-brasileiros/

 

Esocite.BR assina Nota da comunidade acadêmica em favor da titulação de terras quilombolas e em repúdio ao pedido da ADI 3239

Nós, abaixo assinados, vimos a público manifestar nosso repúdio ao pedido da Ação Direta de

Inconstitucionalidade (ADI) nº 3239, que será julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em

18 de outubro de 2017.

Trata-se de uma ameaça grave não apenas às conquistas da população
quilombola desde a consagração da Constituição Federal de 1988, mas sobretudo à vida dessa
mesma população — seja pela crescente violência à qual tem sido submetida, seja pela
intervenção sobre a sua relação com a terra que chamam “território”: condição fundamental de
sua existência enquanto coletividades distintas. Não podemos observar inertes a paulatina
subordinação de direitos fundamentais e de políticas públicas para minorias étnico-raciais a
interesses econômicos escusos. Seja sob a forma de pressão local sobre os territórios desses
grupos e sobre os corpos de suas lideranças, seja sob a forma de ações legais e proposições
legislativas — ou mesmo pela inviabilização, via esvaziamento orçamentário, da titulação de
terras —, essas intervenções configuram um processo genocida de fundo racista sobre o qual não
podemos calar.
Ao questionar o Decreto nº 4887/2003, que tem como objeto a titulação de terras
quilombolas no Brasil, a ADI 3239 pode inviabilizar a regularização dessas áreas e
consequentemente o reconhecimento do direito territorial das comunidades remanescentes de
quilombos, uma vez que esvazia a normativa referente a esses processos e que questiona os seus
próprios fundamentos — como a autodeclaração das comunidades, um direito fundamental e um
critério jurídico que segue as determinações da Convenção 169 da OIT, da qual o Brasil é
signatário. São inaceitáveis as dimensões de retrocesso anunciadas pelos argumentos da ADI nº
3239, que vai no sentido contrário da própria conquista da Constituição Federal de 1988 em
relação ao reconhecimento dos quilombos como uma forma atual de existência, cuja ocupação
territorial deve ser reconhecida pelo Estado. Frisamos que não apenas a ADI, mas também a
sugestão de que se aplique à titulação de quilombolas a tese do marco temporal podem
inviabilizar, ademais, o processo de reparação histórica do qual a regularização dessas áreas faz
parte, uma vez que são deixados de lado os impactos de quase quatro séculos de escravidão, os
processos históricos de expropriação das terras, e demais violações sofridas pelas comunidades.
Em outras palavras, trata-se de uma intrusão exógena ao texto constitucional, sem
fundamentação jurídica.
Não ficaremos silentes diante da violência crescente à qual a população quilombola está
submetida. Só no estado da Bahia, entre julho e agosto deste ano, foram assassinadas 8 pessoas
— sendo 6 dessas vítimas da chacina no quilombo Iúna, no município de Lençóis. Somados aos
casos de tortura e perseguição relatados pela Coordenação Nacional de Articulação das
Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), esses dados apontam para uma estratégia
inequívoca de extermínio de lideranças, cujo foco reside na sua particularidade étnica e racial.
Esse cenário tende a se intensificar ainda mais caso a ADI seja julgada procedente, considerando
que há uma ligação direta, largamente comentada por especialistas, entre a não titulação de terras
(ou mesmo sua morosidade), de um lado, e o aumento da violência contra as comunidades
quilombolas, de outro.
No mesmo sentido irão as consequências da redução orçamentária que o Instituto
Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem sofrido nos últimos anos. Em 2016 este
órgão – responsável pela regularização de quilombos — registrou um encolhimento orçamentário
de 80%, quando comparado aos valores disponíveis no ano anterior. Hoje, o órgão tem apenas
R$ 4 milhões para encaminhar os processos de regularização pendentes. Em 2010, eram 64
milhões — ou seja, um decréscimo de 94% em sete anos, conforme indica a Comissão Pró-Índio
de São Paulo. Não bastasse a gravidade do cenário, a Casa Civil determinou, em abril de 2017, a
paralisação dos processos de titulação até que fosse concluído o julgamento da ADI nº 3239 pelo
STF.
Destacamos, por fim, que o decreto 4887/03 não se refere apenas à regularização das
terras, mas é base para que os quilombolas acessem outras politicas públicas, no sentido de
garantir uma vida digna e assegurar sua plena cidadania — não esqueçamos a natureza da
violência cuja herança carregam: a recusa de sua humanidade. A regularização dessas áreas é
fundamental não apenas para a existência dos quilombos como para a própria sobrevivência dos
membros dessas comunidades, uma vez que as dimensões sociais, econômicas, culturais e
históricas de suas vidas são diretamente vinculada à sua relação coletiva com a terra. Não
aceitamos qualquer retrocesso em relação ao reconhecimento dos direitos fundiários quilombolas
e do vínculo íntimo entre essas coletividades e seus territórios — ao mesmo tempo fundiários e
existenciais. O apagamento desse vínculo é um elemento central do processo em curso, para
cujos efeitos e desfechos genocidas procuramos chamar a atenção.

Assinam:
Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR)
Bacharelado em Antropologia da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia AfroBrasileira
(Unilab)
Centro de Estudos em Desigualdade e Discriminação – CEDD/UnB
Centro de Estudos Rurais (CERES) IFCH-Unicamp
Centro de Pesquisa em Etnologia Indígena (CPEI) IFCH-Unicamp
Comitê Quilombos da Associação Brasileira de Antropologia
Comitê Povos Tradicionais, Meio Ambiente e Grandes Projetos da Associação Brasileira de
Antropologia
Cosmopolíticas – Núcleo de Antropologia (UFF)
Instituto Autonomia – INAU
Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (IFCH/Unicamp)
Departamento de Antropologia da Universidade Federal Fluminense (GAP/UFF)
Doutoramento em Antropologia da Universidade de Lisboa e o Grupo de Investigação
Identidades, Culturas, Vulnerabilidades do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de
Lisboa
Especialização em Direitos Humanos “Esperança Garcia” (FAR)
Faculdade UnB Planaltina (FUP)
Grupo Asa Branca de Criminologia (UFPE)
Grupo Saúde Coletiva, Ecologia Política, Justiça Ambiental e Promoção Emancipatória da Saúde
(Ensp/Fiocruz)
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente, da Universidade Federal
do Maranhão (GEDMMA/UFMA)
Grupo de Estudos e Pesquisa em Cultura, Processos Sociais, Sertão – Unimontes
Grupo de Estudos e Pesquisa em Políticas Públicas, História, Educação das Relações Raciais e
de Gênero (Geppherg/FE-UnB)
Grupo Enfoques Antropológicos (GEA) – UNESP-Marília
Grupo de Estudos e Pesquisas Sobre Formação e Atuação de Professores/Pedagogos – GEPFAPe
Grupo de Estudos e Pesquisas Marxistas – Centro de Educação (GEPMARX/UFPE)
Grupo de Estudos em Educação Ambiental Desde el Sur (GEASUR/PPGEdu/UNIRIO)
Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (GESTA/UFMG)
Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Relações de poder, Conflito e Socialidades – Hybris (PPGASUFSCAR/
PPGAS-USP)
Grupo de Estudos sobre Álcool e outras Drogas (GEAD/UFPE)
Grupo de Pesquisa Antropologia e Direitos Humanos do CNPq
Grupo de Pesquisa Desafios do Constitucionalismo (FD/UnB)
Grupo lutas sociais, igualdade e diversidade – LIDA/UEMA
Grupo de Pesquisa em Antropologia Jurídica – GPAJU da UFSC
Grupo de Pesquisa em Antropologia Jurídica – GPAJU da UNESC
Grupo de Pesquisa e Extensão Direitos Humanos e Cidadania (DiHuCi/UFPI)
Grupo de Pesquisa Cidade Territorio e Meio Ambiente – Citema/UEMA
Grupo de Pesquisa História Indígena e da Escravidão Amazônica da Universidade Federal do
Amazonas (HINDIA/UFAM)
Grupo de Pesquisa Jornalismo Cultura e Sociedade (UFSC)
Grupo de Pesquisa Modos de Produção e Antagonismos Sociais (FUP/UnB)
Grupo de Pesquisas em Direitos Étnicos da UnB (Moitará/FD/UnB)
Grupo de Pesquisa ‘Ordenamento Territorial e Governança da Terra na Amazônia (PPGD/UFPA)
Grupo de Pesquisa Terra em Cena (FUP/UnB)
Grupo de Pesquisa Povos Indigenas e Povos Tradicionais – Resistencias e Existencias na Terra
(ReExisterra), (NAEA/UFPA)
Grupo de pesquisa Saberes e práticas em Saúde (Fiocruz Pernambuco)
Grupo de Pesquisa Religião e Cultura Popular (PPGCSOC/ UFMA)
Grupo Robeyoncé de Pesquisa-Ação (FD/UFPE)
Instituto de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa (INCTI-UnB)
Instituto Nacional de Educação, Meio Ambiente, Saúde, Trabalho e Tecnologia (INEMAST)
Laboratório de Alteridades (UFCSPA/UFRGS/IFRS/UNISINOS/EHESS-Fr)
Laboratório de Antropologia (UFES)
Laboratório de Antropologia da Ciência e da Técnica (LACT-UnB/CNPq)
Laboratório de Antropologia, Filosofia e Política (Krisis-UNIVASF)
Laboratório de Antropologias da T/terra (T/terra/DAN/UnB)
Laboratório de Estudos e Pesquisas em Movimentos Indígenas, Políticas Indigenistas e
Indigenismo (Laepi/ELA/UnB)
Laboratório de Estudos e Pesquisas sobre Espaço Agrário e Campesinato (UFPE)
Laboratório e Grupo de Estudos em Relações Interétnicas (Lageri/DAN/UnB)
Mestrado em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (MESPT)
Núcleo de Antropologia e Saberes Plurais (UFMT)
Núcleo de Antropologia Simétrica (NanSi/PPGAS/MN/UFRJ)
Núcleo de Assessoria Jurídica Popular Direito nas Ruas (FD/UFPE)
Núcleo de Direitos Humanos Esperança Garcia (DCJ/UFPI)
Núcleo Direito, Discriminação e Diversidade (DDD-FDUSP)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade de Brasília (NEAB/UnB)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal Espírito Santo (NEAB/UFES)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Maranhão (NEAB/UFMA)
Núcleo de Estudos Ameríndios (UFPR)
Laboratório de Estudos Antropológicos (CAA/UFPE)
Núcleo de Estudos Constitucionais da PUC-Rio
Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI/UFAM)
Núcleo de Estudos em Cultura Jurídica e Atlântico Negro (Maré/FD/UnB)
Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Gênero Lélia Gonzalez – NEPEGEN/FAR
Núcleo de Estudos de Povos Indígenas (NEPI)
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Sociobiodiversidade e Agroecologia (Nesbio/ UFMS)
Núcleo de Estudos em Populações Quilombolas e Tradicionais (NuQ/UFMG)
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ciências Sociais (NEPCS-UFES)
Grupo de Estudos Rurais e Urbanos (UFMA)
Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Direitos Humanos (NDH UFG)
Núcleo Interdisciplinar de Investigação Socioambiental (NIISA/Unimontes)
Núcleo Participação e Democracia (NUPAD – UFES)
Núcleo de Pesquisa em Antropologia Social – Artes, Performances e Simbolismos (NAPAS)
Observatório da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, Floresta e Águas
- Teia de saberes e práticas (OBTEIA/NESP/UNB)
Programa Ações Afirmativas – UFMG
Programa de Extensão Morar Indigena – UFMG
Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais – UFMG
Pós-Graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia da Universidade Estadual do
Maranhão (UEMA)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Estadual de Campinas
(PPGAS-Unicamp)
Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Goiás (PPGASUFG)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Mato Grosso
(PPGAS-UFMT)
Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas
(PPGAS/UFAM)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGA-UFPA)
Programa De Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Programa de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal do Oeste do Pará
(PAA/UFOPA)
Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Cidadania do Centro de Estudos Avançados
Multidisciplinar da Universidade de Brasília (PPGD/CEAM/UnB)
Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos e Sociedade (UNESC)
Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina
(POSJOR/UFSC)
Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural (PPG-MADER)
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos da Universidade Federal de
Goiás (PPGIDH UFG)
Promoção da Saúde e Determinantes Sociais da Saúde (UFPE)
Rede de Antropologia da Ciência e da Tecnologia (ReACT)
Rede de Pesquisa Observatório das Nacionalidades (ON-UECE)
Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares
Residência multiprofissional em Saúde da Família, com ênfase na Saúde das populações do
Campo da Universidade de Pernambuco (UPE)
Sociedade Brasileira de Ecologia Humana (SABEH)
Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade – FIOCRUZ/Amazonas

 

Chamada Pública para candidaturas de instituições para organizar e sediar o VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade (2019)

Por admin | Publicado: 14/11/2017Editar

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR)
VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade

Chamada Pública

A presente chamada pública tem por objeto fomentar candidaturas de instituições para organizar e sediar o VIII Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade, a realizar-se no segundo semestre de 2019. As candidaturas devem preencher os seguintes pré-requisitos:
1- Dos proponentes:
Pelo menos um dos membros (proponentes) da comissão organizadora deverá ser sócio/sócia, com anuidade em dia, da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR).

2- Da comissão organizadora:
A comissão organizadora deverá ser indicada com pelo menos 3 membros.

3- Da proposta:
A proposta deverá ser enviada para o e-mail esocite.brasil@gmail.com e ser composta por: uma carta da administração superior da instituição dos proponentes, comprometendo-se a sediar e apoiar o evento; um ‘pitch’ (vídeo amador sumário de 3 a 5 minutos, feito através de câmera ou celular) apresentando a proposta, a comissão organizadora e a infraestrutura da instituição.

4- Do prazo:
A proposta deverá ser submetida até o dia 31 de janeiro de 2018.

Demais informações, entrar em contato pelo email esocite.brasil@gmail.com

Brasília, 06 de novembro de 2017.

Eleições 2017 – Homologação das chapas

ATA DE HOMOLOGAÇÃO FINAL DAS CHAPAS CANDIDATAS À DIRETORIA E AO CONSELHO DELIBERATIVO NAS ELEIÇÕES 2017 DA ESOCITE.BR. Aos 10 (dez) dias do mês de setembro de 2017 (dois mil e dezessete) reuniram-se, remotamente, através da Internet, os membros da Comissão Eleitoral das Eleições 2017 da ESOCITE.BR para concluir a homologação das inscrições das chapas candidatas à Diretoria e ao Conselho Deliberativo da ESOCITE.BR. Conforme comunicado em ata anterior, de 7 (sete) de setembro de 2017 (dois mil e dezessete), a Chapa Renovando a ESOCITE.BR apresentou pendências observadas no §4 do Art. 31 do Estatuto e no Art. 13, todavia, a representação da supracitada chapa enviou em tempo hábil, no dia 9 (nove) de setembro de 2017 (dois mil e dezessete), os comprovantes necessários à homologação da candidatura. Dessa forma, a Comissão Eleitoral homologou a Chapa Renovando a ESOCITE.BR como candidata nas Eleições 2017 da ESOCITE.BR. Portanto, esta Comissão Eleitoral considera concluído o processo de homologação das candidaturas, estando devidamente aptas para o processo eleitoral de 2017 da ESOCITE.BR as chapas descritas a seguir, por ordem de inscrição: CHAPA “CIÊNCIA, TECNOLOGIA & SOCIEDADE: RESISTÊNCIA E ENGAJAMENTO”, com a seguinte composição para a Diretoria: Presidente – Guilherme José da Silva e Sá (UnB); Vice-Presidenta – Márcia Regina Barros da Silva (USP); Vice-Presidente – Fabrício Neves (UnB); Secretária Geral – Daniela Alves de Alves (UFV); Primeira Secretária – Isabel Cafezeiro (UFF); Tesoureiro – Adriano Premebida (UFRGS); Segunda Tesoureira – Sayonara Leal (UnB); e a seguinte composição para o Conselho Deliberativo: Ana Lucia Lage (UFBA); Celso Alexandre Souza de Alvear (UFRJ); Daniela Manica (UFRJ); Débora Allebrandt (UFAL); Fernanda Sobral (UnB); Henrique Luiz Cukierman (UFRJ); Ivan da Costa Marques (UFRJ); Lorena Fleury (UFRGS); Maíra Baumgarten (UFRGS); Maria Caramez Carlotto (UFABC); Raoni Rajão (UFMG); Renzo Taddei (UNIFESP); Tiago Ribeiro Duarte (UnB) e Wilson Pedro (UFSCar); CHAPA RENOVANDO A ESOCITE.BR, com a seguinte composição para a Diretoria: Presidente – Gilson Leandro Queluz (UTFPR); Vice-Presidente – Renato Dagnino (UNICAMP); Vice-Presidente – Irlan von Linsingen (UFSC); Secretário Geral – Ricardo Neder (UNB); Primeiro Secretário – Rafael de Brito Dias (UNICAMP); Tesoureira – Noela Invernizzi (UFPR); Segunda Tesoureira – Carolina Bagatolli (UFPR); e a seguinte composição para o Conselho Deliberativo: Bethania Medeiros Geremias (UFV); Carla Giovana Cabral (UFRN); Edson Jacinski (UTFPR); Fumikazu Saito (PUC-SP); Joana Peixoto (IFG); Julio César dos Santos (IFG); Lea Maria Leme Strini Velho (UNICAMP); Marilene Zazula Beatriz (UTFPR); Mário Lopes Amorim (UTFPR); Nanci Stancki da Luz (UTFPR); Raquel Folmer Corrêa (IFFAR); Dolores Galindo (UFMT); Suzani Cassiani (UFSC); Tatiana Galieta Nascimento (UERJ). A Comissão Eleitoral estabeleceu que o período de campanha eleitoral terá início a partir da divulgação, por correio eletrônico, deste processo de homologação e se encerrará no dia 5 (cinco) de outubro de 2017, véspera do dia votação, agendado, como previsto na convocatória das eleições, para o dia 6 (seis) de outubro de 2017. Não havendo nada mais a tratar, a reunião foi finalizada e, a presente ata, lavrada pelo membro da Comissão Eleitoral Alberto Jorge Silva de Lima, seguindo assinada por todos os demais membros presentes na reunião.

 

Eleições ESOCITE.BR 2017

Eleições ESOCITE.BR 2017

(Chamada da Comissão Eleitoral publicada no boletim da ESOCITE.BR em 3 de agosto de 2017 e amplamente divulgada a partir de então nos e-mails d comunidade CTS)

De: Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias – ESOCITE.BR <secretaria@membros.esocite.org>

Processo Eleitoral daESOCITE.BR (2017)

Comunicamos a todos os associados da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR) que estão abertas as inscrições de candidaturas para composição da Diretoria e do Conselho Deliberativo para o biênio de 2018/2019.

As candidaturas devem ser inscritas até o dia 4 de setembro de 2017 junto à Comissão Eleitoral, por meio do endereço eletrônico esocitebr@bol.com.br

As candidaturas devem ser apresentadas em chapas, contendo, para a diretoria, um presidente, dois vice-presidentes, um secretário geral, um primeiro-secretário, um tesoureiro e um segundo tesoureiro, e 14 candidatos para o Conselho Deliberativo, conforme estatuto disponível na página da ESOCITE.BR(http://www.esocite.org.br/estatuto/)

Conforme estabelece o estatuto, “Só poderão votar e ser votados, para a Diretoria e o Conselho Deliberativo, os associados em pleno gozo de seus direitos, que estiverem filiados à ESOCITE.BR por seis ou mais meses antes da convocação do processo eleitoral.”

As eleições serão realizadas durante o 7º ESOCITE.BRtecsoc (VII Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade) no dia 6 de outubro de 2017 no campus da U.N.B., onde se realizará o 7º ESOCITE.BR tecsoc. Logo após o encerramento das atividades, a Comissão Eleitoral lavrará a ata competente que será encaminhada para a Assembleia Geral.

Rio de Janeiro, 3 de agosto de 2017

Alberto de Lima – CEFET∕RJ

Fernando Severo – UFRJ

Léo Peixoto Rodrigues – U. F. de Pelotas

Por admin | Publicado: 23/03/2017Editar

Estamos iniciando os trabalhos no sentido de dar uma forma ao


Espaço de Aglomerados do


VII ESOCITE.BR/tecsoc


Todos que leem esse texto estão convidados a participar dessa empreitada

 

A sugestão inicial é a construção de um espaço onde todas as fronteiras sejam flexíveis e negociáveis. O ponto de partida para a construção da proposta são rápidas intervenções (de 3 a 5 minutos), nas quais o proponente possa expor seu ponto sucintamente e convincentemente, da maneira que lhe for mais conveniente (comunicação oral, encenação, exposição de imagem ou vídeo, declamação poética, performance).

Pensamos nos aglomerados como um espaço de reflexão apartado das imposições disciplinares. Por isso, o elemento de ligação das intervenções em um aglomerado seria o problema/tema expresso no título. Preferencialmente, seria expresso em uma única locução, para facilitar a aglomeração das intervenções (exemplos: lixo hospitalar, transporte público, deficiência burocrática, avaliação da produção acadêmica).

O Espaço de Aglomerados seria uma ou mais sessões plenárias, evitando sessões paralelas ou simultâneas para ampliar possibilidades de participação coletiva nos debates, criar possibilidades de discussões de temas candentes e abrir espaço para propostas como se elas estivessem ‘em ação’ ao longo das apresentações das opiniões, das pesquisas ou das avaliações não concluídas que possam se enriquecer com os debates abertos de ideias.

Esse é o nosso pontapé inicial. A partir daqui, tudo é negociável dentro da proposta de organização de um espaço onde o percurso de construção seja tão relevante quanto os minutos finais de apresentação.

Em breve divulgaremos outras informações e faremos a primeira chamada de participação.

Parafraseando Mário Quintana quando ele diz:

“Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente… e não a gente a ele!’

Diríamos que gostaríamos que:

”Os nossos bons aglomerados seriam aqueles que nos dessem a impressão de que eles estariam aglomerando a gente… e não a gente a eles!”

Aglomerantes, sejam bem-vindos e bem-vindas .

Vamos juntos aglomerar nossas ideias, propostas, questões, reflexões, etc.

Chamada de propostas para o 7º ESOCITE.BR/tecsoc

7º ESOCITE.BRtecsoc

VII Simpósio Nacional de Ciências, Tecnologias e Sociedades

05-06-07 de outubro de 2017

(Brasília, UNB)

Ciência, tecnologia e justiça social

C O N V I T E

É uma satisfação convidá-la/o para a primeira fase de organização do VII ESOCITE.BR/tecsoc, que acontecerá na Universidade de Brasília (UNB), FINATEC/ Brasília, de 05 a 07 de outubro de 2017, fazendo uma proposta de GRUPO TEMÁTICO (GT), OFICINA ou MINICURSO.

Sua proposta deve ser encaminhada eletronicamente pelos E-MAILs assim distribuídos:

Para GT: gtesocite17@gmail.com

Para OFICINA: oficinaesocite17@gmail.com

Para MINICURSO: minicursoesocite17@gmail.com

Prazo para o encaminhamento de propostas: 06 de março a 10 de abril de 2017

Condições e formatos das propostas:

1) GTs: uma proposta de coordenação de Grupo Temático deverá ser encaminhada por no mínimo dois professores/pesquisadores que não sejam da mesma instituição através de um texto de referência (para divulgação no site de chamada do simpósio) de no mínimo 1200 e no máximo 2400 caracteres apresentando os objetivos da proposta, além do título e a indicação de um/a debatedor/a. Um GT será composto por no mínimo 9 e no máximo 15 trabalhos que terão lugar em sessões de 120 minutos. Como sugestão inicial, cada sessão de um GT será composta por 5 apresentações de 15 minutos, seguidas de 10 minutos de intervenção do/a debatedor/a e mais 35 minutos de discussão aberta.

2) OFICINAS: Uma Oficina é pensada como um encontro que visará a finalização conjunta de um “objeto”. Por exemplo, um texto, uma aula, uma demonstração, um vídeo, uma tomada de posição academicamente referenciada, etc. Uma proposta de oficina deverá ser encaminhada por um ou mais professores/pesquisadores em um texto de referência (para divulgação no site de chamada do simpósio) de no mínimo 2400 e no máximo 4800 caracteres apresentando os objetivos da oficina, além do título. Uma oficina terá um espaço definido mas não estará subordinada à divisão prévia em sessões, embora a distribuição das tarefas deva ser compatível com a grade de horário do evento.

3) MINICURSOS: uma proposta de minicurso deverá ser encaminhada por um ou mais professores/pesquisadores em um texto de referência (para divulgação no site de chamada do simpósio) de no mínimo 2400 e no máximo 4800 caracteres apresentando os objetivos do minicurso e bibliografia. Além da(s)/o(s) docentes, um minicurso será composto por no mínimo 10 alunos que se reunirão em até 3 sessões de 90 minutos.

Todas/os a/os proponentes de qualquer proposta (GT, MINICURSO ou OFICINA) deverão estar associadas/os à ESOCITE.BR com a anuidade de 2016 (*) paga.

O resultado da seleção das propostas desta primeira fase está previsto para o dia 24 de abril.

Não hesite em nos escrever orgesocite17@gmail.com em caso de qualquer dúvida.

Em tempo, além das modalidades acima, a exemplo dos simpósios anteriores, o VII ESOCITE.BR/tecsoc prevê a participação em AGLOMERADO que será objeto de um convite específico a ser oportunamente anunciado.

Agradecendo sua atenção e interesse, muito cordialmente,

Comissão Organizadora

VII ESOCITE.BR/tecsoc

(*) Observação importante. Por favor leia com atenção.

Para participar do 7º ESOCITE.BR/tecsoc (Brasília, 5-7 de outubro de 2017), se você participou do 6º ESOCITE.BR/TECSOC em 2015 no Rio, você deve continuar filiada/o à ESOCITE.BR com a anuidade de 2016 paga (*). Verifique sua situação neste site informando seu CPF e, caso não tenha ainda feito o pagamento da anuidade de 2016 (*), por favor efetue o pagamento através do site http://www.membros.esocite.org. Se você não participou do congresso em 2015 no Rio você pode se filiar neste site e pagar a anuidade de 2016 (*) para participar do congresso de 2017 em Brasília.  Os valores da anuidades de 2016 são os mesmos de 2015, conforme tabela abaixo.

Cordialmente,

A DIRETORIA – ESOCITE.BR

Modalidade Valor
Estudantes de graduação R$50,00
Graduados, Mestrandos R$70,00
Doutorandos R$90,00
Profissionais, professores, pesquisadores R$110,00

(*) A anuidade de 2016 corresponde ao período de outrubro de 2016 a setembro de 2017. Os valores da inscrição no congresso de 2017 (7º ESOITE.BR/tecsoc) incluirão a anuidade de 2017 (correspondente ao período de outubro de 2017 a setembro de 2018).

 

Contra a alteração na LOA 2017 que atinge recursos do MCTIC

Prezadas∕os colegas,

ESOCITE.BR é associada à SBPC e ao Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas (FCHSSA) (Veja abaixo sobre o Fórum)

Diante dos cortes no orçamento do MCTIC, a SBPC e as Instituições a ela filiadas estão propondo um abaixo-assinado para reunir assinatura para reverter o corte. Submetemos para a mais ampla divulgação e a assinatura:

https://www.change.org/p/presidente-da-rep%C3%BAblica-reverter-o-or%C3%A7amento-do-mctic?recruiter=662300180&utm_source=share_petition&utm_medium=email&utm_campaign=share_email_responsive

Cordialmente,

Ivan da Costa Marques

O Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas (FCHSSA) articula as sociedades científicas de diversas naturezas que representam os pesquisadores e as pesquisadoras das áreas ou subáreas que compõem essa Grande Área do Conhecimento do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia brasileiro. Seu objetivo principal é o debate e a tomada de posição sobre os temas relativos às políticas e às práticas de pesquisa que afetam as∕os pesquisadoras∕es, a comunidade científica e a sociedade brasileira.

 

Nota de Instituições do Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas contra a Violência Policial em Manifestações Estudantis no Brasil

Por admin | Publicado: 22/11/2016Editar

As instituições abaixo assinadas, que participam do Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas, organização que reúne 52 instituições de representação das comunidades científicas de diversas áreas do conhecimento, vem por meio desta se manifestar contra todo e qualquer tipo de violência praticada contra os estudantes secundaristas e universitários que, de forma pacífica e legítima, lutam em defesa da educação pública, das ciências e das demais políticas públicas brasileiras.

Temos visto que, com atitudes insanas e brutais, a PM tem agredido estudantes secundaristas e universitários em manifestações pacíficas e ordeiras dentro do Estado de Direito democrático. Tais ações  representam a violação dos direitos humanos e de  liberdade de expressão, bem como uma enorme negligência pública e política contra o futuro da sociedade brasileira.

Belo Horizonte, 22 de novembro de 2016.

Assinam:

ABA – Associação Brasileira de Antropologia

ABClima – Associação Brasileira de Climatologia

ABCP – Associação Brasileira de Ciência Política

ABEC – Associação Brasileira de Editores Científicos

ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância

ABEP – Associação Brasileira de Estudos Populacionais

ABEPSS – Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social

ABERGO – Associação Brasileira de Ergonomia

ABJC – Associação Brasileira de Jornalismo Científico

ABPD – Associação Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento

ABPEE – Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial

ABPMC – Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental

ABRALIN – Associação Brasileira de Linguística

ABRAPCORP – Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas

ABRAPEC – Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências

ABRAPEE – Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional

ABRAPSO  – Associação Brasileira de Psicologia Social

ABRI – Associação Brasileira de Relações Internacionais

ANCIB – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação

ANPARQ – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo

ANPEC – Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia

ANPED – Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Educação

ANPEPP – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia

ANPOCS – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais

ANPOF – Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia

ANPOLL – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística

ANPUH – Associação Nacional de História

ANPUR – Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional

ANPTUR – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo

CESA – Sociedade Científica de Estudos da Arte

CNS – Conselho Nacional de Saúde

COMPOS – Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação

CONPEDI – Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito

ESOCITE.BR – Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias

FEBRAPSI –Federação Brasileira de Psicanálise

INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação

SAB – Sociedade Brasileira de Arqueologia

SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos

SBEM – Sociedade Brasileira de Educação Matemática

SBEnBio – Associação Brasileira de Ensino de Biologia

SBHC – Sociedade Brasileira de História da Ciência

SBHE – Sociedade Brasileira de História da Educação

SBP – Sociedade Brasileira de Psicologia

SBHP – Sociedade Brasileira de História da Psicologia

SBPHA –Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica

SBPOT – Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho

SBPJor – Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo

SOCICOM – Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação

SOCINE –Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual

ULEPICC – União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura

 

Solicitação de adiamento inscrição edital CHS

Brasil, 18 de outubro de 2016.

Prof. Dr. Marcelo Marcos Morales DD. Presidente Interino do CNPq Brasília – DF

Prezado Senhor Presidente,

Há vários anos as instituições científicas que representam os pesquisadores das Áreas de Ciências Humanas, Sociais, Sociais Aplicadas, Letras, Linguística e Artes têm denunciado que a pesquisa nessa grande área é subfinanciada pelo CNPq em relação à sua importância e ao seu tamanho dentro da Comunidade Científica Nacional. Apesar de constituirmos mais de 1/3 da comunidade de pesquisa e de desenvolvermos pesquisas que são fundamentais para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social brasileiros e que dão suporte a parte significativa das políticas públicas e para a formação dos profissionais que trabalham na operacionalização das mesmas, o financiamento da Grande Área está muito aquém de suas necessidades.

Assim, avaliamos como muito importante o estabelecimento de modalidades de financiamento dirigidas exclusivamente às pesquisas desenvolvidas em nossas áreas, dentre as quais se destaca o Edital de Ciências Humanas e Sociais. Esse edital, apesar de seus parcos recursos, tem funcionado como uma importante estratégia de inserção de novos pesquisadores no sistema de C&TI e de capitalização da pesquisa na Grande Área.

No entanto, o CNPq resolveu priorizar apenas dois dos temas listados pelo no documento do GT CHSSA, discutido pelo Conselho Deliberativo,  e  publicar,  no último dia 09 de setembro, uma chamada de APOIO À PESQUISA E À INOVAÇÃO EM CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E SOCIAIS APLICADAS . Também mudou

os critérios de apresentação das propostas, tornando extremamente complexas a abrangência do Projeto de Pesquisa e a montagem da Equipe de Pesquisa. Contudo, apesar dessas mudanças, estabeleceu o prazo de inscrição de apenas 42 dias, a contar da publicação do Edital.

Nesse sentido, considerando a importância do Edital e a complexidade estabelecida pelo Edital para a apresentação de propostas, o Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas, que reúne as 49 Instituições Científicas da Grande Área, vem por meio desta solicitar à Presidência do CNPq a extensão, por 60 dias, do período de inscrição na Chamada 22/2016 – APOIO À PESQUISA E À INOVAÇÃO EM CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E SOCIAIS APLICADAS.

Certos de contarmos com sua atenção,  enviamos cordiais saudações.

Atenciosamente,

Assinam:

  1. ABA – Associação Brasileira de Antropologia
  2. ABC – Academia Brasileira de Ciências
  3. ABClima – Associação Brasileira de Climatologia
  4. ABCP – Associação Brasileira de Ciência Política
  5. ABEC – Associação Brasileira de Editores Científicos
  6. ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância
  7. ABEP – Associação Brasileira de Estudos Populacionais
  8. ABEPSS – Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social
  9. ABERGO – Associação Brasileira de Ergonomia
  10. ABJC – Associação Brasileira de Jornalismo Científico
  11. ABPD – Associação Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento
  12. ABPEE – Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial
  13. ABPMC – Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental
  14. ABRALIN – Associação Brasileira de Linguística
  15. ABRAPCORP – Associação Brasileira de Pesquisadores de ComunicaçãoOrganizacional e de Relações Públicas
  16. ABRAPEC – Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências
  17. ABRAPEE – Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional
  18. ABRAPSO  – Associação Brasileira de Psicologia Social
  19. ABRI – Associação Brasileira de Relações Internacionais
  20. ANPOF – Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia
  21. ANCIB – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência daInformação
  22. ANPARQ – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo
  23. ANPEC – Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia
  24. ANPED – Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Educação
  25. ANPEPP – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia
  26. ANPOCS – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em CiênciasSociais
  27. ANPOLL – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras eLinguística
  28. ANPUH – Associação Nacional de História
  29. ANPUR – Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional
  30. CNS – Conselho Nacional de Saúde
  31. CESA – Sociedade Científica de Estudos da Arte
  32. COMPOS – Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação emComunicação
  33. CONPEDI – Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito
  34. ESOCITE.BR – Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias
  35. FEBRAPSI -Federação Brasileira de Psicanálise
  36. INTERCOM    -    Sociedade    Brasileira    de    Estudos    Interdisciplinares    da Comunicação
  37. SAB – Sociedade Brasileira de Arqueologia
  38. SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos
    1. SBEnBio – Associação Brasileira de Ensino de Biologia
    2. SBHC – Sociedade Brasileira de História da Ciência
    3. SBHE – Sociedade Brasileira de História da Educação
    4. SBP – Sociedade Brasileira de Psicologia
    5. SBHP – Sociedade Brasileira de História da Psicologia
    6. SBPHA -Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica
    7. SBPOT – Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho
    8. SBPJor – Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo
    9. SBS – Sociedade Brasileira de Sociologia
    10. SOCICOM – Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação
    11. UGB – União da Geomorfologia Brasileira
    12. ULEPICC – União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura

 

Documento contra cortes de bolsas

Brasil, 18 de outubro de 2016.

Prof. Dr. Marcelo Marcos Morales DD. Presidente Interino do CNPq

Prezado Senhor Presidente,

É com muita preocupação que o Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas, que reúne as 50 Instituições Científicas da Grande Área, tem acompanhado os rumores de que haverá cortes no número de bolsas concedidas pelo CNPq.

Como o Senhor bem sabe, as Bolsas de Produtividade em Pesquisa são uma das formas mais eficientes e capilares de financiamento à pesquisa e à formação de novos pesquisadores desenvolvidas pelo CNPq. O corte de verbas para essa modalidade de financiamento seria um grande retrocesso nas ações e nas políticas desenvolvidas pela Agência e colocaria em risco um conjunto expressivo de investigações desenvolvidas em todas as áreas do conhecimento.

Salientamos, ainda, que tal corte de bolsas, se efetuado, comprometeria ainda mais o Sistema Nacional de C&TI arduamente construído no país nas últimas décadas, sistema esse já fragilizado com a dificuldade de recebimento, pelos pesquisadores, dos recursos aprovados no Edital Universal de 2014, pela não publicação do Edital Universal de 2015, pelo atraso no financiamento dos INCTs e, mais recentemente, pela não publicação dos resultados do julgamento do Edital 2016 e pelo corte de bolsas de Iniciação Científica.

Nesse sentido, em consonância com os resultados da IV Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e com as Estratégias Nacionais de C&TI, o Plano Nacional de Pós Graduação e o Plano Nacional de Educação, reiteramos que é fundamental a manutenção e, se possível, a expansão do número de Bolsas de Produtividade concedidas pelo CNPq, tanto para fazer frente às necessidade de  produção de conhecimentos que darão suporte ao nosso desenvolvimento científico, econômico e social, quanto para fazer frente à necessária e salutar expansão do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia brasileiro nas próximas décadas.

Assinam

  1. ABA – Associação Brasileira de Antropologia
    1. ABC – Academia Brasileira de Ciências
    2. ABClima – Associação Brasileira de Climatologia
    3. ABCP – Associação Brasileira de Ciência Política
    4. 5. ABEC – Associação Brasileira de Editores Científicos
    5. 6. ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância
    6. ABEP – Associação Brasileira de Estudos Populacionais
    7. ABEPSS – Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social
    8. ABERGO – Associação Brasileira de Ergonomia
    9. ABJC – Associação Brasileira de Jornalismo Científico
    10. ABPD – Associação Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento
    11. 12. ABPEE – Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial
    12. ABPMC – Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental
    13. ABRALIN – Associação Brasileira de Linguística
    14. ABRAPCORP – Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas
    15. ABRAPEC – Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências
    16. ABRAPEE – Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional
    17. ABRAPSO  – Associação Brasileira de Psicologia Social
    18. ABRI – Associação Brasileira de Relações Internacionais
    19. ANPOF – Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia
    20. ANCIB – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação
    21. ANPARQ – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo
    22. ANPEC – Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia
    23. ANPED – Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Educação
    24. ANPEPP – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia
    25. ANPOCS – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais
    26. ANPOLL – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística
    27. ANPUH – Associação Nacional de História
    28. ANPUR – Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional
    29. CNS – Conselho Nacional de Saúde
    30. CESA – Sociedade Científica de Estudos da Arte
    31. COMPOS – Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação
    32. CONPEDI – Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito
    33. ESOCITE.BR - Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias
    34. FEBRAPSI -Federação Brasileira de Psicanálise
    35. INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares daComunicação
    36. SAB – Sociedade Brasileira de Arqueologia
    37. SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos
    38. SBEnBio – Associação Brasileira de Ensino de Biologia
    39. SBHC – Sociedade Brasileira de História da Ciência
    40. SBHE – Sociedade Brasileira de História da Educação
    41. SBP – Sociedade Brasileira de Psicologia
    42. SBHP – Sociedade Brasileira de História da Psicologia
    43. SBPHA -Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica
    44. SBPOT – Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho
    45. SBPJor – Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo
    46. SBS – Sociedade Brasileira de Sociologia
    47. SOCICOM – Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação
    48. UGC – União da Geomorfologia Brasileira
    49. ULEPICC – União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura

 

Tempos de arbitrariedades e autoritarismos

A ESOCITE.BR (Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias) manifesta total solidariedade à ABA (Associação Brasileira de Antropologia) e ao seu atual presidente, o Professor Antonio Carlos de Souza Lima, e ressalta a apreensão com uma CPI investindo contra uma entidade acadêmica pelo exercício de suas atividades e do que delas decorre, em especial por suas ações de defesa dos povos indígenas e quilombolas do país.

Em tempo, informo o mandado de segurança impetrado teve liminar favorável a ABA e a seu presidente. É uma notícia animadora. O momento exige especial ânimo de reação às arbitrariedades e autoritarismos, que vemos praticados em todos os níveis.

Segue abaixo a correspondência da ABA.

+++++++++++

Brasília, 13 de julho de 2016. Ofício nº 048/2016/ABA/PRES

Exmo. Sr. Ricardo Lewandowski

Ministro / Presidente

Supremo Tribunal Federal – STF

Excelentíssimo/a Senhor/a,

Encaminhamos em anexo a Manifestação do Conselho Diretor da ABA – Associação Brasileira de Antropologia sobre decisão da CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito do INCRA – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e da FUNAI – Fundação Nacional do Índio de quebrar o sigilo bancário e fiscal da ABA e de seu atual Presidente, Prof. Dr. Antonio Carlos de Souza Lima (Professor Titular de Etnologia do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Na expectativa de contar com vossa atenção, subscrevemo-nos.

Atenciosamente,

Profª Drª Jane Beltrão

Vice-presidente da ABA (Gestão 2015/2016)

++++++++++

 

Manifestação do Conselho Diretor da ABA – Associação Brasileira de Antropologia sobre decisão da CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito do INCRA – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e da FUNAI – Fundação Nacional do Índio de quebrar o sigilo bancário e fiscal da ABA

 

O Conselho Diretor da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) vem manifestar publicamente sua mais grave preocupação com os rumos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) constituída em

 

28/10/2015 para “investigar a atuação da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) na demarcação de terras indígenas e de remanescentes de quilombos”.

 

Os atos até agora realizados pela CPI revelam o intuito de criminalizar toda atividade de defesa dos direitos humanos em relação aos povos indígenas e quilombolas da sociedade nacional, em face das reiteradas e violentas ameaças que sobre eles pairam constantemente no contexto contemporâneo. Uma investigação isenta e republicana deveria estar constatando – isto sim – as dificuldades que enfrentam diversos  órgãos  públicos  e associações  civis em prover  de recursos  de defesa aquelas  populações minoritárias,   vulnerabilizadas   e   ameaçadas,   no   cumprimento   dos   preceitos   democráticos   da Constituição federal e dos acordos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro.

 

A ABA, como sociedade científica e associação civil sem fins lucrativos, tem sua ação pautada pela mais perfeita lisura e transparência, no respeito à legislação em vigor e no cumprimento das responsabilidades que lhe impõe seu Código de Ética, e nada tem a temer, do ponto de vista legal, de qualquer investigação parlamentar. Mas sabe muito bem o quanto pode ser destrutiva uma ação política tendenciosa, movida por interesses inconfessados, contrários à construção de uma sociedade plural, democrática e acolhedora da diferença.

 

Conta  assim  a  comunidade  antropológica  brasileira,  representada  pela  ABA,  com  o  apoio  dos segmentos da sociedade civil que militam em prol de uma cidadania plena e abrangente e com o dos parlamentares  comprometidos  com  a  causa  democrática,  para  se  antepor  à  ação  de  quaisquer movimentos, parlamentares ou não, de retrocesso na luta pelos direitos humanos em nosso país.

 

Conselho Diretor da ABA: http://www.portal.abant.org.br/index.php/institucional/conselhos.

Colegas,

Em nome da gestão, pelo caráter de urgência e alívio,  informo que o mandado de segurança impetrado teve liminar favorável a ABA e a seu presidente.
Transcrevo que foi enviado pelo advogado:
“Decisão em 15/07/2016:
“[...] Isso posto, defiro a liminar requerida para sustar todo e qualquer efeito da aprovação do Requerimento 292/2016 da CPI da FUNAI e do INCRA, que autorizou a quebra/transferência dos sigilos bancário e fiscal dos impetrantes, sem que possa usar desses dados, se eventualmente já obtidos, até a análise do caso pelo Relator, Ministro Luiz Fux.
Assim sendo, comunique-se à autoridade apontada como coatora, notificando-a para que preste informações no prazo de dez dias (art. 7º, I, da Lei 12.016/2009).
Dê-se ciência à Advocacia-Geral da União para que, querendo, ingresse no feito (art. 7º, II, da Lei 12.016/2009).
Após, ouça-se a Procuradoria-Geral da República.
Publique-se.
Att. Paulo Machado Guimarães, Advogado
Sabemos todxs que não descansaremos até o resultado final, mas é um alívio.
Agradeço o apoio e esforço de todxs, pelas Notas, pela compreensão e sobretudo pela solidariedade, neste difícil momento que vivemos. Não podemos arrefecer, pois teremos outros embates.
Obrigadíssima, Jane Beltrão (vice-presidente da ABA)

 

ENTRE A ÉTICA E A BIOÉTICA – IMPASSE

ENTRE A ÉTICA E A BIOÉTICA – IMPASSE

Trata-se de assunto que, tudo indica, será de interesse crescente da comunidade dos Estudos CTS no Brasil: o impasse que se estabeleceu entre a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) e o Grupo de Trabalho das Ciências Humanas e Sociais (GT CHC) que visa (ou visou) propor uma resolução alternativa à Resolução 466/2011 do Ministério da Saúde que rege o sistema CEP-CONEP. Cada vez mais nossos projetos de pesquisas são obrigados a submeterem-se às análises dos CEPs e tais análises têm se mostrado muitíssimo problemáticas por serem feitas à luz dos protocolos da bioética que supõem atividades de pesquisas tanto metodológica quanto epistemologicamente muito distantes de nossas necessidades e práticas de pesquisa.

Após quase três anos de trabalho e tentativas de acordo, chegou-se a um impasse entre a CONEP e o GT CHS, o que levou a questão para o Conselho Nacional de Saúde. O assunto será apreciado na reunião do CNS de 16 de março de 2016. As associações das ciências humanas e sociais e sociais aplicadas estão circulando uma conclamação aos pesquisadores (docentes e estudantes) que tiverem a possibilidade para estarem no dia 16 de março em Brasília para demonstrarem, junto ao CNS, nossa insatisfação e inconformidade com a atitude da CONEP.

Seguem abaixo os links para a documentação completa do processo que levou ao impasse entre o GT CHS e a CONEP. Por favor divulgue e na impossibilidade de estar presente em Brasíla no dia 16 de março, como supõe-se que seja o caso da maioria, procure fazer chegar ao CNS seu apoio à posição do GT CHS.

Documentos e respectivos links:

1)      Relatório do GT sobre a consulta à sociedade 30 09 2015.pdf:  https://goo.gl/Lf5ruJ

2)      Carta da Conep ao GT sobre a minuta de CHS 28 01 2015.doc: https://goo.gl/x4Qg7H

3)      Carta Aberta dos Representantes das CHS em resposta às objeções da Conep à minuta.docx:   https://goo.gl/BA1ae2

4)      Documento dos Representantes das CHS em discordância com a mudança dos procedimentos.docx:  https://goo.gl/wzMoAW

5)      Documento do GT solicitando à Conep que a minuta fosse encaminhada ao CNS na sua íntegra.docx:  https://goo.gl/4dNKzq

Processo Eleitoral da ESOCITE.BR (2015)

Processo Eleitoral da ESOCITE.BR (2015)

Comunicamos a todos os associados da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias – ESOCITE.BR – que recebemos e homologamos a seguinte chapa para concorrer à eleição da Diretoria e do Conselho Deliberativo para o biênio de 2016/2017:

Diretoria

Presidente – Ivan da Costa Marques (UFRJ)

Vice-Presidente – Gilson Leandro Queluz (UTFPR)

Vice-Presidente – Guilherme Sá (UnB)

Secretário Geral – Henrique Luiz Cukierman (UFRJ)

Primeiro Secretário – Thales Haddad Novaes de Andrade (UFSCar)

Tesoureiro – Eduardo Paiva (UFRJ)

Segundo Tesoureiro – Fabrício Neves (UnB)

Conselho Deliberativo

Celso Alexandre Souza de Alvear (UFRJ)

Daniela Alves (UFV)

Eduardo Vargas (UFMG)

Funikazu Saito (PUC/SP)

Isabel Cafezeiro (UFF)

Irlan Von Linsingen (UFSC)

Luiz Ernesto Merkle (UTFPR)

Maíra Baumgarten (UFRGS)

Márcia Regina Barros da Silva (USP)

Marko Sinésio Alves Monteiro (UNICAMP)

Nara Azevedo (Fiocruz)

Ricardo Toledo Neder (UnB)

Rodrigo Ribeiro (UFMG)

Wilson Pedro (UFSCar)

As eleições serão realizadas durante o 6º ESOCITE.BR TECSOC (VI Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade) nos dias 14 e 15 de outubro de 2015 no campus da Ilha do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Logo após o encerramento das atividades, a Comissão Eleitoral lavrará a ata competente que será encaminhada para a Assembleia Geral.

Rio de Janeiro, 18 de setembro de 2015

Comissão Eleitoral da ESOCITE.BR (2015)

Raoni Guerra Lucas Rajão – U.F.M.G.

Roseantony Rodrigues Bouhid – I.F.R.J.

Viviane Fernandez Cavalcanti – U.F.F.

 

Processo Eleitoral da ESOCITE.BR (2015)

Processo Eleitoral da ESOCITE.BR (2015)

Comunicamos a todos os associados da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias – ESOCITE.BR – que estão abertas as inscrições de candidaturas para composição da Diretoria e do Conselho Deliberativo para o biênio de 2016/2017.

As candidaturas devem ser inscritas até o dia 14 de setembro junto à Comissão Eleitoral, por meio do endereço eletrônico esocitebr@bol.com.br

As candidaturas devem ser apresentadas em chapas, contendo, para a diretoria, um presidente, dois vice-presidentes, um secretário geral, um primeiro-secretário, um tesoureiro e um segundo tesoureiro, e 14 candidatos para o Conselho Deliberativo, conforme estatuto disponível na página da ESOCITE.BR (http://www.esocite.org.br/estatuto/)

Conforme estabelece o estatuto, “Só poderão votar e ser votados, para a Diretoria e o Conselho Deliberativo, os associados em pleno gozo de seus direitos, que estiverem filiados à ESOCITE.BR por seis ou mais meses antes da convocação do processo eleitoral.”

As eleições serão realizadas durante o 6º ESOCITE.BR TECSOC (VI Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade) nos dias 14 e 15 de outubro de 2015 no campus da Ilha do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Logo após o encerramento das atividades, a Comissão Eleitoral lavrará a ata competente que será encaminhada para a Assembleia Geral.

Rio de Janeiro, 12 de agosto de 2015

Comissão Eleitoral da ESOCITE.BR (2015)

Raoni Guerra Lucas Rajão – U.F.M.G.

Roseantony Rodrigues Bouhid – I.F.R.J.

Viviane Fernandez Cavalcanti – U.E.R.J.

Publicado em EventosNotícias

Por admin | Publicado: 02/05/2015Editar

Prezada/o colega,

Se você tem interesse no campo dos Estudos CTS (ciências-tecnologias-sociedades) gostaríamos de convidá-la/o para o 6º ESOCITE.BR TECSOC (VI Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade)

Veja no site as alternativas de participação em GTs, Oficinas, Aglomerados, Minicursos e Posters. São 40 GTs mas se você achar que seu trabalho não se encaixa em nenhum deles você pode submetê-lo para um GT “livre”.

O prazo para envio de resumos para GTs ou inscrição em Oficinas é 22 de maio.

Muito cordialmente,

A Comissão Organizadora

www.rio2015.esocite.org

www.rio2015.esocite.org

 

6º ESOCITE.BR TECSOC

A fase de envio de propostas para a organização está encerrada.

Agradecemos a todas/os a excepcional resposta: uma primeira olhada indica que recebemos

46 propostas de Gts,

19 de Aglomerados,

9 de Minicursos e

6 de Oficinas.

Mais notícias nos próximos dias.

Com sua participação / ajuda teremso um encontro marcante em ano que parece tão incerto!

¿Por que tudo parece estar em crise exceto os paradigmas em que tudo aparece em crise?

 

 

Publicado em Notícias

Por admin | Publicado: 02/04/2015Editar

Publicado em Notícias

Por admin | Publicado: 30/03/2015Editar

 

Prezada/o colega,

Lembramos o prazo de

3 de abril – próxima sexta-feira

para submissão das propostas para a organização de GTs, OFICINAS, MINICURSOS e AGLOMERADOS, pelo site

WWW.RIO2015.ESOCITE.ORG

(não deixe para a última hora!)

Com sua ajuda podemos fazer acontecer um encontro marcante apesar de 2015 parecer um ano tão incerto!

Por favor envie quaisquer perguntas sobre o evento para esocite.brasil@gmail.com

Com agradecimentos e abraço muito cordial,

VI ESOCITE.BR TECSOC – 6º SIMPÓSIO NACIONAL DE TECNOLOGIA E SOCIEDADE

Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR)

 

Publicado em Notícias

Por admin | Publicado: 28/02/2015Editar

VI ESOCITE.BR / TECSOC

6º Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade

Descrição preliminar e instruções para envio de propostas de organização

(GTs, OFICINAS, MINICURSOS, AGLOMERADOS)

Para acessar o site oficial do evento clique em um dos links a seguir:

rio2015.esocite.org ou www.rio2015.esocite.org

Publicado em Notícias

VI TECSOC-ESOCITE.BR- Cronograma a ser anunciado em 28/02/2015

Por admin | Publicado: 12/01/2015Editar

Publicado em Notícias

Convocatoria IV Escuela Doctoral Iberoamericana CTS

Por Esocite.BR | Publicado: 30/10/2014Editar
Divulgamos a próxima IV Escuela Doctoral Iberoamericana CTS:
Estimados Miembros ESOCITE,
Les adjunto para su difusión, en nombre del Comité Organizador Local, la convocatoria para participar del  VII Taller Latinoamericano de Jóvenes Investigadores en Ciencia, Tecnología y Sociedad, y la IV Escuela Doctoral Iberoamericana de Estudios Sociales y Políticos sobre la Ciencia y la Tecnología, a realizarse en Valparaíso, del 7 al 10 de Julio del 2015.
El Comité Organizador Local les agradece toda la difusión del evento que puedan realizar, especialmente entre sus estudiantes de doctorado.
Saludos cordiales, jorge

Prof. Ph.D. Jorge Gibert Galassi
Universidad de Valparaíso

 

Faculty of Economics
Department of Socio-Economics

Sociology of Science & Innovation

http://www.escyt.org/2014/10/14/convocatoria-iv-escuela-doctoral-iberoamericana-de-estudios-sociales-y-politicos-sobre-la-ciencia-y-la-tecnologia/

VI ESOCITE.BR/TECSOC RIO 2015

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Programa Congresso ESOCITE-4S (versão final)

A versão final do programa do Congresso Conjunto ESOCITE-4S, já está disponível no link:  http://4sonline.org/files/esocite_4s_2014.pdf

Programa Congresso ESOCITE- 4S

O programa final do Congresso conjunto 4S – ESOCITE já está publicado. Você pode baixar o PDF da página do Congresso http://www.4sonline.org/meetingonde você pode pesquisar e navegar, e até mesmo fazer um calendário pessoal no site do programa http://convention2.allacademic.com/one/ssss/4s14/

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Resultado da consulta

Prezada/o colega,

Segue abaixo o resultado da consulta sobre a representação de brasileiros no Painel Presidencial de Abertura do congresso 4S ESOCITE a ser realizado em Buenos Aires. Houve ampla divulgação pela Internet a algumas centenas de pessoas, entre elas todos os que apresentaram trabalho no TECSOC 2013 (associados à ESOCITE.BR, além dos fundadores).

Exatamente 90 pessoas responderam ao questionário indicando de um a três nomes. Houve bastante dispersão dos nomes indicados. Excluídos os poucos preenchimentos equivocados do formulário foram feitas ao todo 219 indicações que se distribuíram por 63 nomes. Segue abaixo primeiro a pequena lista de quem obteve 8 ou mais indicações.

Agradecemos aos que enviaram suas indicações pela colaboração.

Abraço muito cordial, Diretoria e Conselho da ESOCITE.BR

MAIS INDICADOS PARA O PAINEL:

Nome / Número de indicações

Henrique Luiz Cukierman (UF do Rio de Janeiro) / 42

Renato Dagnino (UNICAMP) / 18

Gilson Queluz (UF Tecnológica do Paraná) / 16

Irlan von Lisingen (UF de Santa Catarina) / 15

Daniela Alves (UF de Viçosa, MG) / 10

Léa Velho (UNICAMP) / 8

ASSOCIADAS/OS EM DIA COM O PAGAMENTO DAS ANUIDADES E

FILIADAS/OS ANTES DE 06/04/2017

ESOCITE.BR (02/10/2017)

Nome

Adriano Premebida

Alan Ricardo Witikoski

Alberto Jorge Silva de Lima

Allan Tadeu Pugliese

Amilde Martins da Fonseca

Ana Claudia Lima Monteiro

Ana Lucia Lage Pereira

André Vinicius Leal Sobral

Andrea Carla de Azevêdo

Andrea Mara Ribeiro da Silva Vieira

Arthur Arruda Leal Ferreira

Bethania Medeiros Geremias

Brenda Teresa Porto de Matos

Camila Dellagnese Prates

Carla Giovana Cabral

Carolina Alves dAlmeida

Carolina Bagattoli

Celso Alexandre Souza de Alvear

César Augusto Paro

Cíntia de Souza Batista Tortato

Cláudia Dias Prioste

Cristiane Moreira da Silva

Daniela Alves de Alves

Daniela Tonelli Manica

Daniele Martins dos Santos

Débora Allebrandt

Desire Luciane Dominschek

Dolores Galindo

Edna dos Reis

Edson Jacinski

Eduardo Nazareth Paiva

Eloy Fassi Casagrande Jr.

Fabrício Monteiro Neves

Fernanda Antônia da Fonseca Sobral

Fernando Severo

Flávia de Faria Gomes

Fumikazu Saito

Gabriela Cabral Paletta

Gilmar Antonio Meneghetti

Gilson Leandro Queluz

Guilherme Flynn Paciornik

Guilherme José da Silva e Sá

Gustavo Gindre Monteiro Soares

Henrique Luiz Cukierman

Horacio Correa Lucero

Iara Costa Leite

Irlan von Linsingen

Isabel Cafezeiro

Ivan da Costa Marques

Jalcione Almeida

Jean Carlos Hochsprung Miguel

Jéssica Garcia da Silveira

Jimena Soledad Carrasco Madariaga

Joana Peixoto

João Sérgio dos Santos Assis

Joaquim Fernando Mendes da Silva

Jorge Cardoso Messeder

Jorge Ricardo Coutinho Machado

José Antonio dos Santos Borges

José Fabio Marinho de Araujo

José Marcos Silveira Gonçalves

Josemari Poerschke de Quevedo

Josie Agatha Parrilha da Silva

Júlio César dos Santos

Kando Fukushima

Laura Cristina de Toledo Quadros

Lauro Fabiano de Souza Carvalho

Léa Maria Leme Strini Velho

Leonardo da Rocha Bezerra de Souza

Letícia Maria Costa da Nóbrega Cesarino

Lino Trevisan

Lorena Cândido Fleury

Lua Isis Braga Marques

Lucas de Almeida Pereira

Lucas Martins de Oliveira

Luís Fernando Marques Dorvillé

Luiz Arthur Silva de Faria

Maclovia Corrêa Da Silva

Maíra Baumgarten Corrêa

Marcela de Fátima Nascimento de Macedo Torres

Marcelo Vianna

Márcia Niituma Ogata

Márcia Regina Barros da Silva

Marco Antonio Cornacioni Sávio

Marcos Cesar Danhoni Neves

Marcos Dantas Loureiro

Marcos Fialho de Carvalho

Maria Caramez Carlotto

Maria Carolina de Araujo Antonio

Maria Cristina Marcelino Bento

Maria Helena Roxo Beltran

Maria Lucia de Camargo Linhares

Maria Lúcia Teixeira Machado

Maria Paula Borsoi Raimundo

Maria Renata de Castro Sulino

Maria Sara de Lima Dias

Marilda Lopes Pinheiro Queluz

Marilene Zazula Beatriz

Marília Luz David

Mario Lopes Amorim

Mario Sergio Cunha Alencastro

Marko Monteiro

Miguel Jonathan

Mirani Cristina de Barros

Myrrena Inácio

Nabylla Fiori de Lima

Nanci Stancki da Luz

Natalia de Lima Bueno

Nilton Bahlis dos Santos

Noela Invernizzi

Patrícia Barbosa Pereira

Patricia Benedita Aparecida Braga

Patricia Silva Ferreira

Paulo Roberto Wollinger

Rafael Bennertz

Rafael de Almeida Evangelista

Rafael de Brito Dias

Rafael Rodrigo Mueller

Rafael Wild

Raoni Rajão

Raphael Curioni Raia

Raquel Folmer Corrêa

Renato Peixoto Dagnino

Renzo Taddei

Ricardo Afonso Ferreira de Vasconcelos

Ricardo Francisco Paes

Ricardo Toledo Neder

Rodrigo Ribeiro

Rogerio Lopes Azize

Ronara Cristina Bozi dos Reis

Rosa Maria Leite Ribeiro Pedro

Sayonara Leal

Suseli de Paula Vissicaro

Suzani Cassiani

Tamara Egler

Tania Elias Magno da Silva

Tatiana Galieta Nacimento

Thales Haddad Novaes de Andrade

Tiago Ribeiro Duarte

Victor Luiz Alves Mourão

Viviane Fernandez

Vivianne Caroline Santos Sobral

Wilson José Alves Pedro